O nome dificilmente deixaria margem para dúvidas: Nüvifone. É um Nüvi e é um telefone, e é o primeiro dispositivo da Garmin a integrar funcionalidades de telemóvel, ou seja, a recepção e realização de chamadas de voz.
O design simplicista remete para o enorme ecrã táctil, e por consequência para o sistema operativo, todas as funções já que não é possível encontrar qualquer botão físico na sua face.

Para além das naturais funções de navegação por satélite, este modelo integra ainda comunicações de voz e dados sobre redes 3.5G e um verdadeiro browser Internet. O ecrã de 3,5 polegadas é o centro deste universo que foi concebido para que a sua utilização se processasse recorrendo apenas aos dedos, já que todos os elementos de interface, como botões, ícones e teclado apresentam dimensões generosas.
Uma vez encaixado no suporte do automóvel, o dispositivo assume automaticamente a sua vertente de assistente de navegação ao colocar o módulo de telefone em modo ‘mãos livres’ e activar o menu de navegação.

O sistema operativo é também uma novidade já que mantem a vertente multi-tarefa que veio permitir à Garmin adicionar novos módulos ao dispositivo.
Para além de um browser Internet estão ainda disponível módulos dedicados a Messaging, câmara fotográfica, integração com serviços Google como o Panoramio ou o Google Local e ainda acesso em tempo real aos serviços Garmin Online.
Tudo gira em volta do menu principal que propõe ao utilizador três ‘caminhos’: efectuar uma chamada, procurar algo (na Internet ou nos Mapas) e iniciar a navegação por satélite.
Funcionalidades paralelas como a identificação da posição georeferenciada, a localização do hospital, posto de polícia ou a estação de serviço mais próxima e a capacidade de guiar o utilizador até à posição onde o carro está estacionado (assumindo que o veículo não se moveu a partir do momento em que o terminal foi removido do suporte) são a cereja no topo de bolo e um dos factores de diferenciação relativamente à concorrência.

Seguindo um pouco o caminho iniciado pelo iPhone da Apple, que também conta com um design minimalista e um conjunto de funcionalidades suficientemente simples para cativarem os utilizadores.
É na sua simplicidade de utilização e na integração dos serviços fundamentais de comunicação e navegação (por satélite e na Internet) que o Nuvifone se irá destacar podendo vir a conquistar imensos clientes entre aqueles que pretendem um terminal tudo-em-um mas não estão dispostos a lidar com a complexibilidade de uma plataforma como o Windows Mobile ou o Symbian.
Certamente que o terminal da Garmin irá demonstrar que muitas das vezes ‘menos’ (funções e complexibilidade) significa ‘mais’ (clientes e facilidade de utilização).
O design simplicista remete para o enorme ecrã táctil, e por consequência para o sistema operativo, todas as funções já que não é possível encontrar qualquer botão físico na sua face.

Para além das naturais funções de navegação por satélite, este modelo integra ainda comunicações de voz e dados sobre redes 3.5G e um verdadeiro browser Internet. O ecrã de 3,5 polegadas é o centro deste universo que foi concebido para que a sua utilização se processasse recorrendo apenas aos dedos, já que todos os elementos de interface, como botões, ícones e teclado apresentam dimensões generosas.
Uma vez encaixado no suporte do automóvel, o dispositivo assume automaticamente a sua vertente de assistente de navegação ao colocar o módulo de telefone em modo ‘mãos livres’ e activar o menu de navegação.

O sistema operativo é também uma novidade já que mantem a vertente multi-tarefa que veio permitir à Garmin adicionar novos módulos ao dispositivo.
Para além de um browser Internet estão ainda disponível módulos dedicados a Messaging, câmara fotográfica, integração com serviços Google como o Panoramio ou o Google Local e ainda acesso em tempo real aos serviços Garmin Online.
Tudo gira em volta do menu principal que propõe ao utilizador três ‘caminhos’: efectuar uma chamada, procurar algo (na Internet ou nos Mapas) e iniciar a navegação por satélite.
Funcionalidades paralelas como a identificação da posição georeferenciada, a localização do hospital, posto de polícia ou a estação de serviço mais próxima e a capacidade de guiar o utilizador até à posição onde o carro está estacionado (assumindo que o veículo não se moveu a partir do momento em que o terminal foi removido do suporte) são a cereja no topo de bolo e um dos factores de diferenciação relativamente à concorrência.

Seguindo um pouco o caminho iniciado pelo iPhone da Apple, que também conta com um design minimalista e um conjunto de funcionalidades suficientemente simples para cativarem os utilizadores.
É na sua simplicidade de utilização e na integração dos serviços fundamentais de comunicação e navegação (por satélite e na Internet) que o Nuvifone se irá destacar podendo vir a conquistar imensos clientes entre aqueles que pretendem um terminal tudo-em-um mas não estão dispostos a lidar com a complexibilidade de uma plataforma como o Windows Mobile ou o Symbian.
Certamente que o terminal da Garmin irá demonstrar que muitas das vezes ‘menos’ (funções e complexibilidade) significa ‘mais’ (clientes e facilidade de utilização).
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