A generalização do terminais móveis com receptor GPS integrado está a colocar um novo desafio aos produtores de mapas e de software de navegação por satélite: a assistência à deslocação recorrendo a este tipo de produtos deixou de se fazer exclusivamente pelas vias de trânsito.
Com os navegadores por satélite a deixarem os tabliers dos automóveis e passarem a acompanhar os utilizadores para qualquer lado passa a ser fundamental encontrar novas formas de os orientar, levando-o por sítios onde um automóvel não poderia passar (vias de sentido proibido, parques e jardins, ruas sem trânsito, etc).
O desafio para as empresas como a TeleAtlas ou a Navteq é ainda maior já que necessitam de incluir nos seus mapas informação sobre a localização das passagens de peão, o lado da rua em que se situam os Pontos de Interesse (POIS), vias por onde é impossível circular com uma viatura de mapeamento, etc.
Mas ambas as companhias, e em especial a TeleAtlas, estão empenhadas em alargar a sua base de dados de informação para passarem a prestar um serviço mais completo aos utilizadores que decidem efectuar pequenos (ou grandes) trechos a pé.
Actualmente Portugal é um dos 18 países que contam com alguma informação dirigida para os peões, mas a TeleAtlas espera poder contar com informação mais pormenorizada, até Outubro, que servirá de base ao fornecimento de serviços do género ‘rota mais curta’, ‘rota mais segura’, ‘encontrar o mebro da família X’, etc.
Fonte: Mobinaute
Com os navegadores por satélite a deixarem os tabliers dos automóveis e passarem a acompanhar os utilizadores para qualquer lado passa a ser fundamental encontrar novas formas de os orientar, levando-o por sítios onde um automóvel não poderia passar (vias de sentido proibido, parques e jardins, ruas sem trânsito, etc).
O desafio para as empresas como a TeleAtlas ou a Navteq é ainda maior já que necessitam de incluir nos seus mapas informação sobre a localização das passagens de peão, o lado da rua em que se situam os Pontos de Interesse (POIS), vias por onde é impossível circular com uma viatura de mapeamento, etc.
Mas ambas as companhias, e em especial a TeleAtlas, estão empenhadas em alargar a sua base de dados de informação para passarem a prestar um serviço mais completo aos utilizadores que decidem efectuar pequenos (ou grandes) trechos a pé.
Actualmente Portugal é um dos 18 países que contam com alguma informação dirigida para os peões, mas a TeleAtlas espera poder contar com informação mais pormenorizada, até Outubro, que servirá de base ao fornecimento de serviços do género ‘rota mais curta’, ‘rota mais segura’, ‘encontrar o mebro da família X’, etc.
Fonte: Mobinaute
Esta notícia já foi consultada 6449 vezes




