As restrições que a Apple impunha à publicação de produtos que concorram ou dupliquem as funcionalidades do sistema operativo foram aligeiradas e esta semana os primeiros pseudo-browsers alternativos obtiveram a tão desejada luz verde.
Os quatro produtos agora aceites na App Store vêm de certa forma complementar o browser nativo e não fornecer uma verdadeira alternativa ao Safari.

O Incognito actua como um browser substituto do Safari ao qual foram amputadas certas funcionalidades de forma a garantir a privacidade do utilizador.
O facto do objectivo geral ser manter o secretismo acerca do que vai fazendo na Internet, esta aplicação não conta com o preenchimento automático de endereços ou campos, o histórico de navegação não é guardado nem é reposto o último ecrã quando o abandona e volta a lançar.
Muitas destas funcionalidades já podem ser obtidas, de uma certa forma, recorrendo a uma parametrização mais intensiva do Safari.
O Edge Browser também pouco acrescenta às funcionalidades base limitando-se quase a esconder as diversas barras existentes no ecrã (endereço, navegação, etc) para garantir a maior área possível para as próprias páginas.
Já o Web Mate traz a navegação multi-página ao Safari permitindo que vá indicando os endereços que pretende abrir, para que sejam colocados numa fila de espera e vão sendo abertos à medida que o iPhone tiver disponibilidade.
Finalmente o QuickSurf acelera a velocidade de navegação e carregamento das páginas ao impedir que as imagens sejam implicitamente carregadas.
Os quatro produtos agora aceites na App Store vêm de certa forma complementar o browser nativo e não fornecer uma verdadeira alternativa ao Safari.

O Incognito actua como um browser substituto do Safari ao qual foram amputadas certas funcionalidades de forma a garantir a privacidade do utilizador.
O facto do objectivo geral ser manter o secretismo acerca do que vai fazendo na Internet, esta aplicação não conta com o preenchimento automático de endereços ou campos, o histórico de navegação não é guardado nem é reposto o último ecrã quando o abandona e volta a lançar.
Muitas destas funcionalidades já podem ser obtidas, de uma certa forma, recorrendo a uma parametrização mais intensiva do Safari.
O Edge Browser também pouco acrescenta às funcionalidades base limitando-se quase a esconder as diversas barras existentes no ecrã (endereço, navegação, etc) para garantir a maior área possível para as próprias páginas.
Já o Web Mate traz a navegação multi-página ao Safari permitindo que vá indicando os endereços que pretende abrir, para que sejam colocados numa fila de espera e vão sendo abertos à medida que o iPhone tiver disponibilidade.
Finalmente o QuickSurf acelera a velocidade de navegação e carregamento das páginas ao impedir que as imagens sejam implicitamente carregadas.
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