Hoje em dia já não há tecnologia (leia-se: funcionalidade) que não tente ser patenteada, mesmo sabendo-se que apenas uma mão cheia de países aceitam patentes sobre software, o que a torna praticamente inútil.
Sem hardware associado ao processo, como acontece na disputa entre a Apple e outras empresas envolvendo os ecrãs tácteis multi-toque, pouco pode ser garantido tanto mais que este género de patente demora uns bons anos a ser emitida e nessa altura já existem melhores soluções.

O mais recente pedido de patente da Palm prevê um sistema de filtragem automática de chamadas baseado em critérios definidos pelo utilizador.
Em vez de rejeitar todas as chamadas quando se encontra numa reunião ou de ter que organizar as white lists e as black lists, a Palm prefere que o utilizador atribua um coeficiente de importância a cada contacto (patrão=4, mulher=3, subordinados=2, sogra=-34, etc).
Ao entrar para uma reunião, ou quando a estiver a agendar, pode definir logo o tipo de perfil (classificação) das pessoas que o poderão interromper. Todas as outras serão liminarmente rejeitadas.
É certo que se trata de uma abordagem até agora não experimentada por nenhuma outra plataforma, mas é improvável que ainda não exista uma aplicação feita num dos cantos do mundo que não adopte já este tipo de sistema. E se assim for, as pretensões da Palm caem de imediato por terra.
É convicção geral que a Palm não pretende realmente patentear este tipo de tecnologia mas antes evidenciar os pontos onde o Pré estará em clara vantagem sobre a concorrência. O mercado encarrega-se de seguida de fazer chegar a mensagem aos consumidores finais.
Fonte: PreCentral
Sem hardware associado ao processo, como acontece na disputa entre a Apple e outras empresas envolvendo os ecrãs tácteis multi-toque, pouco pode ser garantido tanto mais que este género de patente demora uns bons anos a ser emitida e nessa altura já existem melhores soluções.

O mais recente pedido de patente da Palm prevê um sistema de filtragem automática de chamadas baseado em critérios definidos pelo utilizador.
Em vez de rejeitar todas as chamadas quando se encontra numa reunião ou de ter que organizar as white lists e as black lists, a Palm prefere que o utilizador atribua um coeficiente de importância a cada contacto (patrão=4, mulher=3, subordinados=2, sogra=-34, etc).
Ao entrar para uma reunião, ou quando a estiver a agendar, pode definir logo o tipo de perfil (classificação) das pessoas que o poderão interromper. Todas as outras serão liminarmente rejeitadas.
É certo que se trata de uma abordagem até agora não experimentada por nenhuma outra plataforma, mas é improvável que ainda não exista uma aplicação feita num dos cantos do mundo que não adopte já este tipo de sistema. E se assim for, as pretensões da Palm caem de imediato por terra.
É convicção geral que a Palm não pretende realmente patentear este tipo de tecnologia mas antes evidenciar os pontos onde o Pré estará em clara vantagem sobre a concorrência. O mercado encarrega-se de seguida de fazer chegar a mensagem aos consumidores finais.
Fonte: PreCentral
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