Há muito que corria o rumor que a Microsoft preparava uma resposta ao iPhone já que actualmente nenhum dos seus parceiros parecia ter a capacidade para construir um oponente à altura. As fotos publicadas no Gizmodo dão corpo a este rumor mas o resultado não é exactamente o que se estaria à espera.

Em vez de apostar na plataforma Windows Mobile, a competidora natural do iPhone, o projecto Microsoft Pink é composto por dois modelos baseados noutra plataforma. A escolha recaiu pela solução desenvolvida pela Danger, uma empresa recentemente adquirida pela Microsoft e que é responsável pela concepção e desenvolvimento dos T-Mobile Sidekick.
Os SideKick da Danger são comunicadores pessoais dirigidos a uma camada de público muito jovem e centrados na redes sociais e que detêm um quota de mercado significativa dentro do seu segmento.
A ‘aposta ao lado’, como está a ser classificada esta incursão da Microsoft no segmento do hardware de telecomunicações, poderá até fazer sentido já que de certa forma vêm complementar os dispositivos e serviço Zune.
Os dois modelos expostos dispõem de teclados deslizantes, o que permite manter um compromisso entre a funcionalidade e a portabilidade e diferem sobretudo nas dimensões globais (pelo menos até se conhecerem as suas especificações técnicas).
O Microsoft Turtle é o mais compacto dos dois, é ‘redondinho’ e faz lembrar um pouco o Palm Pré encaixado na embalagem do Nokia 7705 Twist. O segundo modelo, denominado Microsoft Puré tem um formato mais tradicional e fica relativamente próximo de alguns dos modelos Android que estão a surgir no mercado (o Motorola Cliq, por exemplo).
Alguns dos rumores indicam que o Turtel dispõe de um câmara fotográfica de 5 MPixels enquanto que no Pure ascende ao 8 MPixels. Os dois modelos contarão com um sistema operativo que compartilha a mesma base que o Windows Mobile 7 (WindowsCE 6.0 ?) mas terão uma experiência de utilização totalmente diferente. A intervenção do Premium Mobile eXperience Team (PMX), que integra vários técnicos provenientes da Danger converteu-os em comunicadores totais e integração com o Zune e a Xbox.
Toda a interface será realizada em Silverlight, a alternativa da Microsoft ao Adobe Flash, e recorrerá à plataforma Seadragon Mobile já usada no Microsoft Surface e Microsoft Photosynth. A Sharp, que já era responsável pelo fabrico dos Sidekick, foi a empresa escolhida para produzir estes dois modelos.

Em vez de apostar na plataforma Windows Mobile, a competidora natural do iPhone, o projecto Microsoft Pink é composto por dois modelos baseados noutra plataforma. A escolha recaiu pela solução desenvolvida pela Danger, uma empresa recentemente adquirida pela Microsoft e que é responsável pela concepção e desenvolvimento dos T-Mobile Sidekick.
Os SideKick da Danger são comunicadores pessoais dirigidos a uma camada de público muito jovem e centrados na redes sociais e que detêm um quota de mercado significativa dentro do seu segmento.
A ‘aposta ao lado’, como está a ser classificada esta incursão da Microsoft no segmento do hardware de telecomunicações, poderá até fazer sentido já que de certa forma vêm complementar os dispositivos e serviço Zune.
Os dois modelos expostos dispõem de teclados deslizantes, o que permite manter um compromisso entre a funcionalidade e a portabilidade e diferem sobretudo nas dimensões globais (pelo menos até se conhecerem as suas especificações técnicas).
O Microsoft Turtle é o mais compacto dos dois, é ‘redondinho’ e faz lembrar um pouco o Palm Pré encaixado na embalagem do Nokia 7705 Twist. O segundo modelo, denominado Microsoft Puré tem um formato mais tradicional e fica relativamente próximo de alguns dos modelos Android que estão a surgir no mercado (o Motorola Cliq, por exemplo).
Alguns dos rumores indicam que o Turtel dispõe de um câmara fotográfica de 5 MPixels enquanto que no Pure ascende ao 8 MPixels. Os dois modelos contarão com um sistema operativo que compartilha a mesma base que o Windows Mobile 7 (WindowsCE 6.0 ?) mas terão uma experiência de utilização totalmente diferente. A intervenção do Premium Mobile eXperience Team (PMX), que integra vários técnicos provenientes da Danger converteu-os em comunicadores totais e integração com o Zune e a Xbox.
Toda a interface será realizada em Silverlight, a alternativa da Microsoft ao Adobe Flash, e recorrerá à plataforma Seadragon Mobile já usada no Microsoft Surface e Microsoft Photosynth. A Sharp, que já era responsável pelo fabrico dos Sidekick, foi a empresa escolhida para produzir estes dois modelos.
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