A guerra entre as varas plataformas móveis não impede que certas empresas possam dispor de estratégias, para outra gama de produtos, que passem por estar representada no maior número de terminais móveis possível.
Num altura em que o formato QRCode é rei entre os sistema de codificação de informação que pode ser facilmente lida por um telemóvel, o Microsoft Tag luta por alcançar uma posição minimamente relevante.
Ao contrário do QRCode, o formato da Microsoft foi pensado para ser reconhecido por câmaras fotográficas de baixa qualidade e com distâncias focais grandes, mesmo quando os códigos são de pequena dimensão. Como desvantagem apresentam o facto de recorrerem a cores para serem mais eficazes (existe uma versão monocromática mas é menos eficaz), o que reduz a sua aplicação em materiais onde a aplicação de várias camadas de tinta ainda é cara (T-Shirts, publicações, etc).
Uma das vantagens mais apreciadas deste formato é a possibilidade de ser camuflado numa imagem, o que permite uma melhor integração com o layout gráfico do produto.

O Microsoft Tag para Android já está disponível no Android Market e começa a ser encarado como uma alternativa viável ao QRCode. A aplicação é bastante simples de ser usada, bastando apontar a câmara para um produto, revista ou outro suporte onde conste um destes código. De imediato somos encaminhados para o site de suporte, é descarregado um ficheiro, é efectuada uma chamada ou enviado um SMS dependendo do que o autor codificou.
O recurso aos códigos bidimensionais como forma de passar informação de uma forma prática e rápida para o utilizador está a aumentar. A Google, por exemplo, começou a enviar no início deste ano cerca de 100 000 códigos QRCode para os principais estabelecimentos comerciais americanos, onde constam links directos para as páginas onde se encontra informação mais detalhada sobre cada um desses locais. Mesmo tendo em conta que o mercado normalmente não digere bem os formatos proprietários e dá preferência aos produtos e formatos abertos, a Microsoft continua a deter a primazia em alguns sectores (MS Office, linguagens de programação, etc).
Num altura em que o formato QRCode é rei entre os sistema de codificação de informação que pode ser facilmente lida por um telemóvel, o Microsoft Tag luta por alcançar uma posição minimamente relevante.
Ao contrário do QRCode, o formato da Microsoft foi pensado para ser reconhecido por câmaras fotográficas de baixa qualidade e com distâncias focais grandes, mesmo quando os códigos são de pequena dimensão. Como desvantagem apresentam o facto de recorrerem a cores para serem mais eficazes (existe uma versão monocromática mas é menos eficaz), o que reduz a sua aplicação em materiais onde a aplicação de várias camadas de tinta ainda é cara (T-Shirts, publicações, etc).
Uma das vantagens mais apreciadas deste formato é a possibilidade de ser camuflado numa imagem, o que permite uma melhor integração com o layout gráfico do produto.

O Microsoft Tag para Android já está disponível no Android Market e começa a ser encarado como uma alternativa viável ao QRCode. A aplicação é bastante simples de ser usada, bastando apontar a câmara para um produto, revista ou outro suporte onde conste um destes código. De imediato somos encaminhados para o site de suporte, é descarregado um ficheiro, é efectuada uma chamada ou enviado um SMS dependendo do que o autor codificou.
O recurso aos códigos bidimensionais como forma de passar informação de uma forma prática e rápida para o utilizador está a aumentar. A Google, por exemplo, começou a enviar no início deste ano cerca de 100 000 códigos QRCode para os principais estabelecimentos comerciais americanos, onde constam links directos para as páginas onde se encontra informação mais detalhada sobre cada um desses locais. Mesmo tendo em conta que o mercado normalmente não digere bem os formatos proprietários e dá preferência aos produtos e formatos abertos, a Microsoft continua a deter a primazia em alguns sectores (MS Office, linguagens de programação, etc).
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