Durante a fase de concepção do Android, a equipa liderada por Andy Rubin teve que fazer várias opções que viriam a influenciar a abrangência e funcionamento do Android. Entre elas estava a escolha de uma linguagem de desenvolvimento própria (Java Dalvik) em detrimento do Java 2 Micro Edition (J2ME) que continua a ser uma das tecnologias mais amplas do segmento móvel.
Apesar da Sun não cobrar royalties sobre a linguagem Java, o mesmo não se passa sobre alguns dos módulos próprios do J2ME e que são fundamentais para a sua implementação em telemóveis e smartphones.
Este distanciamento permitiu por um lado que a Google mantivesse o controlo da plataforma de desenvolvimento, podendo fazê-la evoluir no sentido e ao ritmo que desejar, mas deixou de fora dezenas de milhar de aplicações J2ME.
A criação de uma máquina virtual J2ME, na linha do que já aconteceu em outras plataformas móveis (Symbian, Windows Mobile, etc) parecia ser a solução ideal para permitir que essas aplicações corressem em Android mas nunca foi adoptada em larga escala.
A solução propostas pela Myriad J2Android situa-se a meio caminho entre as duas tecnologias. Trata-se de um conjunto de bibliotecas Java que permitem que os criadores de aplicações J2ME possam rapidamente adaptá-las para funcionarem como aplicações nativas Android.
Esta empresa, que é a responsável pela nova máquina virtual Dalvik Turbo que permite que aplicações Android fiquem três vezes mais rápidas, tenta aliciar agora os produtores de aplicações J2ME oferecendo-lhes uma ponte fácil para a plataforma da Google.
Apesar da Sun não cobrar royalties sobre a linguagem Java, o mesmo não se passa sobre alguns dos módulos próprios do J2ME e que são fundamentais para a sua implementação em telemóveis e smartphones.
Este distanciamento permitiu por um lado que a Google mantivesse o controlo da plataforma de desenvolvimento, podendo fazê-la evoluir no sentido e ao ritmo que desejar, mas deixou de fora dezenas de milhar de aplicações J2ME.
A criação de uma máquina virtual J2ME, na linha do que já aconteceu em outras plataformas móveis (Symbian, Windows Mobile, etc) parecia ser a solução ideal para permitir que essas aplicações corressem em Android mas nunca foi adoptada em larga escala.
A solução propostas pela Myriad J2Android situa-se a meio caminho entre as duas tecnologias. Trata-se de um conjunto de bibliotecas Java que permitem que os criadores de aplicações J2ME possam rapidamente adaptá-las para funcionarem como aplicações nativas Android.
Esta empresa, que é a responsável pela nova máquina virtual Dalvik Turbo que permite que aplicações Android fiquem três vezes mais rápidas, tenta aliciar agora os produtores de aplicações J2ME oferecendo-lhes uma ponte fácil para a plataforma da Google.
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