A Research In Motion (RIM) apresentou dois novos modelos que vêm complementar o catálogo existente. Cada um destes modelos tem uma filosofia distinta, destina-se a um tipo de cliente diferente (e também a redes de telecomunicações diferentes).

O Blackberry Pearl 3G vem finalmente substituir um dos modelos com mais anos de actividade – a linha Blackberry Pearl 81x0 – e aproximar esta linha do resto da gama. O ecrã cresceu, e bastante (360x400 pixels), o teclado manteve a configuração SureType (20 teclas), a câmara fotográfica é de 3.2 MPixels e passou a dispor de conectividade 3G e WiFi.
Este é um modelo para quem pretende ter um terminal de formato tradicional - candy bar - mas que não abdica da qualidade de serviço que a RIM nos tem habituado. É certo que o teclado requer alguma habituação, mas é bastante mais prático que um teclado numérico tradicional. O grande ecrã e a ligação a redes wireless de alto débito tornam a experiência de navegação na Internet mais agradável, isto apesar da RIM não contar neste momento com um browser actual.
Já o Blackberry Bold 9650 é um world phone, uma vez que suporta redes CDMA/Ev-DO, GSM/GPRS/EDGE e UMTS/HSDPA. A maior diferença para o Tour 9630, modelo que não irá substituir, é o dobro da memória, a inclusão de conectividade WiFi e a utilização de um trackpad em vez da trackball que caracterizou no passado a generalidade dos modelos da RIM. Por um lado, esta solução é mais precisão, higiénica e funcional já que não existem peças móveis, por outro aproxima o Bold 9650 da imagem actual da marca.
Com este modelo a RIM assumiu uma posição de compromisso entre a potência do Bold 9700 e a comodidade de se dispor de um terminal que funciona em praticamente em todo o mundo independentemente do tipo de rede disponível. Este será um modelo apreciado por quem viaja muito e que não está interessado em fazer-se acompanhar com vários telemóveis de forma a aproveitar as redes que possam existir.
De resto são dois Blackberry, com tudo o que essa conotação traz. São modelos evoluídos e destinados a um tipo de utilizador que privilegia os serviços e a funcionalidade e não se preocupa com as modas que tentam catalogar os dispositivos sem ecrã tácteis de ultrapassados e obsoletos.

O Blackberry Pearl 3G vem finalmente substituir um dos modelos com mais anos de actividade – a linha Blackberry Pearl 81x0 – e aproximar esta linha do resto da gama. O ecrã cresceu, e bastante (360x400 pixels), o teclado manteve a configuração SureType (20 teclas), a câmara fotográfica é de 3.2 MPixels e passou a dispor de conectividade 3G e WiFi.
Este é um modelo para quem pretende ter um terminal de formato tradicional - candy bar - mas que não abdica da qualidade de serviço que a RIM nos tem habituado. É certo que o teclado requer alguma habituação, mas é bastante mais prático que um teclado numérico tradicional. O grande ecrã e a ligação a redes wireless de alto débito tornam a experiência de navegação na Internet mais agradável, isto apesar da RIM não contar neste momento com um browser actual.
Já o Blackberry Bold 9650 é um world phone, uma vez que suporta redes CDMA/Ev-DO, GSM/GPRS/EDGE e UMTS/HSDPA. A maior diferença para o Tour 9630, modelo que não irá substituir, é o dobro da memória, a inclusão de conectividade WiFi e a utilização de um trackpad em vez da trackball que caracterizou no passado a generalidade dos modelos da RIM. Por um lado, esta solução é mais precisão, higiénica e funcional já que não existem peças móveis, por outro aproxima o Bold 9650 da imagem actual da marca.
Com este modelo a RIM assumiu uma posição de compromisso entre a potência do Bold 9700 e a comodidade de se dispor de um terminal que funciona em praticamente em todo o mundo independentemente do tipo de rede disponível. Este será um modelo apreciado por quem viaja muito e que não está interessado em fazer-se acompanhar com vários telemóveis de forma a aproveitar as redes que possam existir.
De resto são dois Blackberry, com tudo o que essa conotação traz. São modelos evoluídos e destinados a um tipo de utilizador que privilegia os serviços e a funcionalidade e não se preocupa com as modas que tentam catalogar os dispositivos sem ecrã tácteis de ultrapassados e obsoletos.
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