20
Jun
Vendas do Microsoft Kin são desastrosas
por Pedro Ivo Faria
Os primeiros terminais móveis lançados pela própria Microsoft no mercado não recorrem a nenhuma das plataformas móveis criadas pela marca americana mas são antes herdeiros de uma plataforma criada pelo ‘pai’ do Android, Andy Rubin.
Os dois modelos Microsoft Kin (One e Two), que são assumidamente dirigidos a uma faixa etária denominada ‘GenUpload’ (Geração do Upload) que tem nas redes sociais e na partilha de informação, fotos e vídeos o seu grande pólo de interesse.

Os preços baixos dos dois modelos, $49.99 e $99.99 respectivamente, escondem uma desagradável surpresa: o tarifário mais baixo implica um custo de $69.98 por mês durante o período de dois anos. Na prática cada um desses telefones acaba por custar mais de $1700 uma vez terminado o período obrigatório de fidelização.
As características demasiado básicas destes modelos, tanto na vertente técnica como na funcional, têm sido insuficientes para cativar um número de significativo de clientes e as vendas estão a ressentir-se disso.

Apesar da Microsoft não divulgar o número de unidades vendidas desde o seu lançamento, que ocorreu à cerca de um mês, existem rumores que dão conta de um volume de vendas inferior às previsões mais pessimistas feitas pela empresa e pelos analistas do mercado. O futuro desta linha de terminais pode estar irremediavelmente comprometido e poderá estar a colocar em cheque a possibilidade de a Microsoft vir um dia a ter uma linha de modelos de marca própria baseados numa das suas plataformas móveis mais avançadas.

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