Enquanto que toda a gente está à espera do lançamento do Android 2.2 e, por consequência, da chegada da versão 10.1 do Flash Player, a Skyfire continua a afirmar que não há razão para que os utilizadores de terminais móveis não possam tirar desde já partido dessa tecnologia.
Pode-se argumentar que o Skyfire não oferece verdadeiramente Flash mas antes recodifica os vídeos e envia-os para o terminal num formato mais standard e que o Flash também são os jogos e Interfaces de navegação, por isso não pode existir uma comparação directa entre ambos.
Mas para o utilizador final é irrelevante o tipo de tecnologia usada quando pretende ver um vídeo do YouTube, na prática o que ele pretende é a melhor qualidade possível, fluidez da reprodução e a possibilidade de o parar, avançar ou recuar. E isso o Skyfire consegue garantir.
Na lista de prioridades da Skyfire encontra-se a redução do consumo de energia necessária para reproduzir os vídeos, a fluidez na sua reprodução e a capacidade de levar este tipo de tecnologia agora a dispositivos que tenham pelo menos o Android 2.1.
Pode-se argumentar que o Skyfire não oferece verdadeiramente Flash mas antes recodifica os vídeos e envia-os para o terminal num formato mais standard e que o Flash também são os jogos e Interfaces de navegação, por isso não pode existir uma comparação directa entre ambos.
Mas para o utilizador final é irrelevante o tipo de tecnologia usada quando pretende ver um vídeo do YouTube, na prática o que ele pretende é a melhor qualidade possível, fluidez da reprodução e a possibilidade de o parar, avançar ou recuar. E isso o Skyfire consegue garantir.
Na lista de prioridades da Skyfire encontra-se a redução do consumo de energia necessária para reproduzir os vídeos, a fluidez na sua reprodução e a capacidade de levar este tipo de tecnologia agora a dispositivos que tenham pelo menos o Android 2.1.
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