O ecossistema Blackberry continua a ser encarado, de uma maneira geral, como um núcleo fechado e reservado apenas aqueles que pretendem fazer um aproveitamento profissional do seu smartphone. Se essa foi a estratégia da RIM durante muito tempo, nos últimos anos a empresa canadiana tem tentado demonstrar que os seus terminais são também uma produto excelente para o utilizador comum.
Seguindo a ‘moda’ iniciada pela Apple, a RIM criou o App World, uma loja Online que serviria como ponto de encontro e distribuição de aplicações para a sua plataforma. Depois de um arranque menos conseguido, que resultou em cerca de seis mil aplicações no espaço de um ano, o App World começa a ganhar ritmo e no espaço de alguns meses (após o tal ano) alcançou a marca de 10 000 aplicações disponíveis.

A RIM enfrenta agora uma consequência da sua estratégia do passado, em que os terminais eram usados em ambiente corporativo e nos quais os utilizadores eram ‘brindados’ com um conjunto de limitações na hora de escolherem e instalarem aplicações. Com uma maior aposta no utilizador não profissional, que acaba por ser o único responsável pelo seu terminal, o mercado potencial para os criadores de aplicações para Blackberry começa a ser suficientemente significativo para justificar uma aposta nessa plataforma.
Se nos lembrarmos que ainda há pouco tempo havia pessoas a reclamarem de ser impossível rentabilizar os investimentos feitos na criação de aplicações para a plataforma Android, e agora já conta com 80 000 aplicações, rapidamente se chega à conclusão que o mercado encontra sempre uma forma de se auto-nivelar.
Seguindo a ‘moda’ iniciada pela Apple, a RIM criou o App World, uma loja Online que serviria como ponto de encontro e distribuição de aplicações para a sua plataforma. Depois de um arranque menos conseguido, que resultou em cerca de seis mil aplicações no espaço de um ano, o App World começa a ganhar ritmo e no espaço de alguns meses (após o tal ano) alcançou a marca de 10 000 aplicações disponíveis.

A RIM enfrenta agora uma consequência da sua estratégia do passado, em que os terminais eram usados em ambiente corporativo e nos quais os utilizadores eram ‘brindados’ com um conjunto de limitações na hora de escolherem e instalarem aplicações. Com uma maior aposta no utilizador não profissional, que acaba por ser o único responsável pelo seu terminal, o mercado potencial para os criadores de aplicações para Blackberry começa a ser suficientemente significativo para justificar uma aposta nessa plataforma.
Se nos lembrarmos que ainda há pouco tempo havia pessoas a reclamarem de ser impossível rentabilizar os investimentos feitos na criação de aplicações para a plataforma Android, e agora já conta com 80 000 aplicações, rapidamente se chega à conclusão que o mercado encontra sempre uma forma de se auto-nivelar.
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