A perda progressiva de quota de mercado, sobretudo a partir do momento em que o iPhone e o Android chegaram ao mercado, marcaram o final do ‘reinado’ de Olli-Pekka Kallasvuo, o actual CEO da Nokia que recebeu a empresa em 2006 quando esta se encontrava num dos seus melhores momentos. Não tardou que os acionistas da empresa finlandesa ‘pedissem a cabeça’ de Kallasvuo face a uma estratégia pouco adequada ao momento que o mercado vivia. A caça a uma novo CEO começou no Verão e está concluída.

A partir de 21 de Setembro, Stephen Elop será o novo líder da empresa deixando para trás a sua posição como director da Divisão de Produtos Empresariais da Microsoft. O canadiano, que já passou pela Macromedia, Adobe e Juniper Networks, tem agora a missão de pôr a Nokia no rumo correcto enquanto ainda tem a margem suficiente de manobra. A reputação do ex-executivo da Microsoft, que é reconhecido como uma pessoa que ‘faz as coisas acontecerem’, serve também como resposta às pressões bolsistas a que a Nokia tem estado sujeita e a sua contratação é encarada como um ponto de viragem face à estratégia rígida imposta por Kallasvuo.
O mercado acredita que Elop poderá ser uma catalizador na aproximação entre a Nokia e a Microsoft, tipicamente marcas de hardware e software respectivamente, abrindo um caminho para a entrada de certas soluções empresariais da empresa americana nos terminais finlandeses.

A partir de 21 de Setembro, Stephen Elop será o novo líder da empresa deixando para trás a sua posição como director da Divisão de Produtos Empresariais da Microsoft. O canadiano, que já passou pela Macromedia, Adobe e Juniper Networks, tem agora a missão de pôr a Nokia no rumo correcto enquanto ainda tem a margem suficiente de manobra. A reputação do ex-executivo da Microsoft, que é reconhecido como uma pessoa que ‘faz as coisas acontecerem’, serve também como resposta às pressões bolsistas a que a Nokia tem estado sujeita e a sua contratação é encarada como um ponto de viragem face à estratégia rígida imposta por Kallasvuo.
O mercado acredita que Elop poderá ser uma catalizador na aproximação entre a Nokia e a Microsoft, tipicamente marcas de hardware e software respectivamente, abrindo um caminho para a entrada de certas soluções empresariais da empresa americana nos terminais finlandeses.
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