Parte da estratégia actual da Microsoft para combater a popularidade do Android passa pela via judicial. A empresa está certa que o Android viola algumas das suas patentes e pretende ser redimida pela utilização indevida, só que em vez de o fazer junto da Google, a autora da plataforma, ou da Open Handset alliance, a promotora, a Microsoft preferiu ‘atacar’ directamente os fabricantes.
A HTC foi uma das primeiras a aceitar um acordo com a marca norte-americana, sua parceira de longa data e fornecedora do seu principal (na altura) sistema operativo móvel, encontrando-se actualmente a pagar royalties à Microsoft por cada terminal Android vendido.
Seguiram-se a Acer e Asus que embora não dependam tanto da Microsoft no segmento móvel, pode ver as suas divisões de computadores pessoais prejudicadas caso venha a existir algum atrito entre ambas.
A mais recente ‘vítima’ é a Motorola, que é actualmente objecto de dois processos jurídicos distintos envolvendo tecnologia ‘alegadamente’ proprietária e não licenciada. Dado que o fabricante americano não dispõe actualmente de qualquer produto de grande consumo que dependa do software produzido pela Microsoft, a sua resposta foi bem diferente da das outras empresas.
A Motorola contra-atacou com uma queixa idêntica, contra a Microsoft e a Apple, por utilização indevida da sua tecnologia numa vasta gama de produtos. Em questão estão 16 patentes detidas pela Motorola que estarão, alegadamente, a ser usadas indevidamente no Microsoft Exchange, Bing Maps, Windows e Xbox.
O departamento de relações publicas da Motorola já comentou que ‘foi uma pena a Microsoft ter preferido avançar pelo caminho da litigação em vez de iniciar negociações para se determinar certos aspectos de licenciamento, já que a Motorola há muito dispõe de acordos de licenciamento de tecnologia com a maioria das grande companhias do sector das tecnologias’.
A Motorola exige que a Microsoft pare imediatamente de distribuir produtos que usem a sua tecnologia proprietária e que esta só seja retomada quando um acordo for alcançado. Dada a abrangência das queixas, que afectam todo o portofolio de soluções da Microsoft, a exigência é impraticável o que irá obrigar as duas empresas a entrar em fase de negociação.
A HTC foi uma das primeiras a aceitar um acordo com a marca norte-americana, sua parceira de longa data e fornecedora do seu principal (na altura) sistema operativo móvel, encontrando-se actualmente a pagar royalties à Microsoft por cada terminal Android vendido.
Seguiram-se a Acer e Asus que embora não dependam tanto da Microsoft no segmento móvel, pode ver as suas divisões de computadores pessoais prejudicadas caso venha a existir algum atrito entre ambas.
A mais recente ‘vítima’ é a Motorola, que é actualmente objecto de dois processos jurídicos distintos envolvendo tecnologia ‘alegadamente’ proprietária e não licenciada. Dado que o fabricante americano não dispõe actualmente de qualquer produto de grande consumo que dependa do software produzido pela Microsoft, a sua resposta foi bem diferente da das outras empresas.
A Motorola contra-atacou com uma queixa idêntica, contra a Microsoft e a Apple, por utilização indevida da sua tecnologia numa vasta gama de produtos. Em questão estão 16 patentes detidas pela Motorola que estarão, alegadamente, a ser usadas indevidamente no Microsoft Exchange, Bing Maps, Windows e Xbox.
O departamento de relações publicas da Motorola já comentou que ‘foi uma pena a Microsoft ter preferido avançar pelo caminho da litigação em vez de iniciar negociações para se determinar certos aspectos de licenciamento, já que a Motorola há muito dispõe de acordos de licenciamento de tecnologia com a maioria das grande companhias do sector das tecnologias’.
A Motorola exige que a Microsoft pare imediatamente de distribuir produtos que usem a sua tecnologia proprietária e que esta só seja retomada quando um acordo for alcançado. Dada a abrangência das queixas, que afectam todo o portofolio de soluções da Microsoft, a exigência é impraticável o que irá obrigar as duas empresas a entrar em fase de negociação.
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