Seguindo a máxima ‘o futuro prepara-se hoje’ vários fabricantes tentam criar tecnologias alternativas à actuais para a produção de ecrãs que garantam uma qualidade de imagem superior e um consumo de energia inferior.
A LG está presentemente a trabalhar em parceria com a QD Vision na criação de uma nova tecnologia de fabrico de ecrãs chamada QLED (Quantum dot LED). Esta tecnologia permite o fabrico de ecrãs com cores mais puras, brilhantes e definidas e com um consumo de energia bastante inferior aos actuais. O processo é também mais económico e produz ecrãs mais finos e flexíveis (dentro de uns certos limites) e transparentes, o que faz deles óptimos candidatos para as futuras gerações de smartphones.

A Samsung, que irá aumentar a produção de ecrãs Super AMOLED para fazer face ao crescimento da procura, já anunciou os seus ecrãs de última geração baseados na tecnologia Super PLS (Super Plan to Line) que têm a vantagem de dispor de um ângulo de visão de 100% e um brilho 10% superior à geração actual. Este tipo de ecrã poderá suportar resoluções WXGA (1366x768 pixels) e serem cerca de 15% mais baratos de produzir. A produção dos ecrãs Super PLS terá inicio no próximo ano.
A Nokia, que não fabrica os seus ecrãs, enveredou por outro caminho. A tecnologia ClearBlack usa um vulgar ecrã AMOLED e uma película polarizada que aumenta o contraste das cores, reduz os reflexos e melhora a legibilidade sob luz directa do sol. OS ecrãs ClearBlack já estão a ser usados nos últimos modelos baseados no Symbian^3 como o Nokia E7 ou o Nokia C6-01.
A Microsoft está também a trabalhar numa película que irá complementar os ecrãs tácteis e resolver um dos seus maiores problemas: a falta de feedback táctil. Essa película é direccionada para ecrãs de grandes dimensões, embora possa ser adaptada a dispositivos mais pequenas, e caracteriza-se por reagir a certas frequências de raios ultra-violetas. A precisão e a forma como reage a diferentes comprimentos de onda permite criar texturas complexas que podem afectar um único pixel ou uma área grande.
Entre os vários tipos de aplicação possível existe a possibilidade de adicionar caixilhos em relevo a certos elementos, delimitar botões e outros elementos gráficos ou até mesmo sobrepor texto Braille ao que está afixado no ecrã.
A LG está presentemente a trabalhar em parceria com a QD Vision na criação de uma nova tecnologia de fabrico de ecrãs chamada QLED (Quantum dot LED). Esta tecnologia permite o fabrico de ecrãs com cores mais puras, brilhantes e definidas e com um consumo de energia bastante inferior aos actuais. O processo é também mais económico e produz ecrãs mais finos e flexíveis (dentro de uns certos limites) e transparentes, o que faz deles óptimos candidatos para as futuras gerações de smartphones.

A Samsung, que irá aumentar a produção de ecrãs Super AMOLED para fazer face ao crescimento da procura, já anunciou os seus ecrãs de última geração baseados na tecnologia Super PLS (Super Plan to Line) que têm a vantagem de dispor de um ângulo de visão de 100% e um brilho 10% superior à geração actual. Este tipo de ecrã poderá suportar resoluções WXGA (1366x768 pixels) e serem cerca de 15% mais baratos de produzir. A produção dos ecrãs Super PLS terá inicio no próximo ano.
A Nokia, que não fabrica os seus ecrãs, enveredou por outro caminho. A tecnologia ClearBlack usa um vulgar ecrã AMOLED e uma película polarizada que aumenta o contraste das cores, reduz os reflexos e melhora a legibilidade sob luz directa do sol. OS ecrãs ClearBlack já estão a ser usados nos últimos modelos baseados no Symbian^3 como o Nokia E7 ou o Nokia C6-01.
A Microsoft está também a trabalhar numa película que irá complementar os ecrãs tácteis e resolver um dos seus maiores problemas: a falta de feedback táctil. Essa película é direccionada para ecrãs de grandes dimensões, embora possa ser adaptada a dispositivos mais pequenas, e caracteriza-se por reagir a certas frequências de raios ultra-violetas. A precisão e a forma como reage a diferentes comprimentos de onda permite criar texturas complexas que podem afectar um único pixel ou uma área grande.
Entre os vários tipos de aplicação possível existe a possibilidade de adicionar caixilhos em relevo a certos elementos, delimitar botões e outros elementos gráficos ou até mesmo sobrepor texto Braille ao que está afixado no ecrã.
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