Um dos primeiros sinais de maturidade de um sistema operativo móvel é o aparecimento de aplicações exóticas. Numa primeira fase existe a necessidade de colmatar as lacunas da plataforma, o que dá origem a uma vaga de utilitário e depois há a necessidade de reforçar o carácter lúdico da plataforma, através da introdução de jogos.
As aplicações invulgares, que têm um tempo de desenvolvimento e investimento significativos, aparecem normalmente numa fase posterior em que é fundamental diferenciar os produtos através de características pouco vulgares e que não possam ser encontradas nos produtos concorrentes.
O SurfCube, não sendo um prodígio técnico, é suficientemente diferente para conseguir cativar vários clientes. Os cinco painéis deste browser foram organizados numa estrutura cúbica que é rodada pelo utilizador em função do tipo de informação ou módulo que deseja utilizar.
Em posição central encontra-se, como seria esperado, as páginas Web abertas. Na face superior do ‘cubo’ está a lista de favoritos e a barra para introdução do URL da página a abrir, na face inferior é possível encontrar um conjunto de tabuladores referentes às páginas abertas.
Nas faces laterais encontra-se o histórico de navegação (esquerda) e as definições (direita).
Na prática o SUrfCube representa bem mais do que um simples Browser embebido numa estrutura tridimensional. A forma como o utilizador acede aos vários módulos e como se desloca ao longo da aplicação é diferente de qualquer outro produto. Por isso requer alguma habituação, mas após algum tempo de utilização passa a ser tão intuitiva e bem mais prática que as soluções tradicionais.
Esta aplicação já está disponível no Marketplace por $1.99 mas existe uma versão de teste que permite que esta seja usada 20 vezes sem qualquer tipo de restrições.
As aplicações invulgares, que têm um tempo de desenvolvimento e investimento significativos, aparecem normalmente numa fase posterior em que é fundamental diferenciar os produtos através de características pouco vulgares e que não possam ser encontradas nos produtos concorrentes.
O SurfCube, não sendo um prodígio técnico, é suficientemente diferente para conseguir cativar vários clientes. Os cinco painéis deste browser foram organizados numa estrutura cúbica que é rodada pelo utilizador em função do tipo de informação ou módulo que deseja utilizar.
Em posição central encontra-se, como seria esperado, as páginas Web abertas. Na face superior do ‘cubo’ está a lista de favoritos e a barra para introdução do URL da página a abrir, na face inferior é possível encontrar um conjunto de tabuladores referentes às páginas abertas.
Nas faces laterais encontra-se o histórico de navegação (esquerda) e as definições (direita).
Na prática o SUrfCube representa bem mais do que um simples Browser embebido numa estrutura tridimensional. A forma como o utilizador acede aos vários módulos e como se desloca ao longo da aplicação é diferente de qualquer outro produto. Por isso requer alguma habituação, mas após algum tempo de utilização passa a ser tão intuitiva e bem mais prática que as soluções tradicionais.
Esta aplicação já está disponível no Marketplace por $1.99 mas existe uma versão de teste que permite que esta seja usada 20 vezes sem qualquer tipo de restrições.
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