Num dos seus primeiros anúncios públicos acerca do Windows Phone 7, a Microsoft apresentava uma vasta lista de empresa que já teriam confirmado, nessa altura, o seu apoio à nova plataforma móvel da empresa.
Dessa lista apenas cinco empresas acabaram por se manterem fieis ao Windows Phone 7: quatro fabricantes – HTC, Samsung, LG e Dell – e um fabricante de processadores – a Qualcomm.
Entre as empresas que estavam anunciadas e nunca avançaram para a nova plataforma móvel da Microsoft encontrava-se a HP, que entretanto passou a dispor de uma plataforma própria, e a Sony-Ericsson que preferiu concentrar os seus esforços no Android.
Por várias vezes correram rumores dando conta do emitente lançamento do Sony-Ericsson Xperia X7 equipado com o Windows Phone 7 mas até hoje não passaram disso mesmo: rumores.
Steven Walker, o director de marketing da companhia mostrou-se reservado quanto ao futuro, em que deixou uma porta aberta para uma eventual adopção do Windows Phone 7 mas salientou que o compromisso actual só envolve o Android.
‘Trabalhamos muito coma Microsoft ao longo doa últimos anos. Lançamos alguns modelos baseados no Windows Mobile 6, mas decidimos não embarcar na primeira vaga do Windows Phone 7. Mantemos, contudo, uma mente aberta em relação ao Windows Phone 7 e pretendemos continuar a reforçar a nossa relação com a Microsoft, mas não existem plano concretos acerca do Quando e do Como o poderíamos introduzir no nosso catálogo’.
É mesmo o Android que reúne as preferências de Walker que alerta para a necessidade da ‘indústria se unir em redor do Android para criar um ecossistema forte’ que possa competir com as outras plataformas. ‘É necessário fazê-lo já que apenas um número reduzido de ecossistemas prevalecerá. Não é possível pedir aos programadores que criem aplicações para uma dúzia de plataformas e os utilizadores finais não querem ter que decidir entre 100 ecossistemas diferentes.
Um dos pontos que a Sony-Ericsson pretende rever é a sua política de actualizações que lhes causou alguma impopularidade em 2010 já que os seus terminais Android, apesar de serem capazes em termos de hardware continuavam a usar versões muito antigas do sistema operativo (Android 1.6).
Há ainda quem afirme que o grande obstáculo ao lançamento de terminais Windows Phone 7 é na realidade a integração do serviço Xbox Live! que concorre directamente com o equivalente da Playstation. A Sony, enquanto parte interessada no consórcio nipo-sueco, não vê com bons olhos a possibilidade de ajudar uma empresa concorrente a expandir a sua influência e serviços ás plataformas móveis.
Dessa lista apenas cinco empresas acabaram por se manterem fieis ao Windows Phone 7: quatro fabricantes – HTC, Samsung, LG e Dell – e um fabricante de processadores – a Qualcomm.
Entre as empresas que estavam anunciadas e nunca avançaram para a nova plataforma móvel da Microsoft encontrava-se a HP, que entretanto passou a dispor de uma plataforma própria, e a Sony-Ericsson que preferiu concentrar os seus esforços no Android.
Por várias vezes correram rumores dando conta do emitente lançamento do Sony-Ericsson Xperia X7 equipado com o Windows Phone 7 mas até hoje não passaram disso mesmo: rumores.
Steven Walker, o director de marketing da companhia mostrou-se reservado quanto ao futuro, em que deixou uma porta aberta para uma eventual adopção do Windows Phone 7 mas salientou que o compromisso actual só envolve o Android.
‘Trabalhamos muito coma Microsoft ao longo doa últimos anos. Lançamos alguns modelos baseados no Windows Mobile 6, mas decidimos não embarcar na primeira vaga do Windows Phone 7. Mantemos, contudo, uma mente aberta em relação ao Windows Phone 7 e pretendemos continuar a reforçar a nossa relação com a Microsoft, mas não existem plano concretos acerca do Quando e do Como o poderíamos introduzir no nosso catálogo’.
É mesmo o Android que reúne as preferências de Walker que alerta para a necessidade da ‘indústria se unir em redor do Android para criar um ecossistema forte’ que possa competir com as outras plataformas. ‘É necessário fazê-lo já que apenas um número reduzido de ecossistemas prevalecerá. Não é possível pedir aos programadores que criem aplicações para uma dúzia de plataformas e os utilizadores finais não querem ter que decidir entre 100 ecossistemas diferentes.
Um dos pontos que a Sony-Ericsson pretende rever é a sua política de actualizações que lhes causou alguma impopularidade em 2010 já que os seus terminais Android, apesar de serem capazes em termos de hardware continuavam a usar versões muito antigas do sistema operativo (Android 1.6).
Há ainda quem afirme que o grande obstáculo ao lançamento de terminais Windows Phone 7 é na realidade a integração do serviço Xbox Live! que concorre directamente com o equivalente da Playstation. A Sony, enquanto parte interessada no consórcio nipo-sueco, não vê com bons olhos a possibilidade de ajudar uma empresa concorrente a expandir a sua influência e serviços ás plataformas móveis.
Esta notícia já foi consultada 2291 vezes




