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Fev
Samsung Galaxy SL, uma versão mais acessível do Galaxy S
por CVF Galaxy , TI OMAP , Hummingbird , Super Clear LCD , AMOLED
Um dos grandes sucessos de vendas da Samsung em 2010 foi o Galaxy S. O modelo de gama alta baseado no Android ultrapassou os 10 milhões de unidades vendidas, algo que até então não tinha sido alcançado por qualquer outro terminal Android.
O Galaxy S distinguiu-se da concorrência através do seu ecrã Super AMOLED e o processador Hummingbird a 1 GHz, dois componentes que não estavam disponíveis em mais nenhum terminal.



As dificuldades de satisfazer a procura que os ecrãs AMOLED e Super AMOLED estão a registar, tal como o facto da Apple ter absorvido 50% da sua capacidade de produção de processadores, colocou a empresa coreana numa situação complicada. Por muito interessante que seja manter a cadência de produção e venda do galaxy S, a companhia coreana é, antes de mais, um dos maiores fornecedores de componentes electrónicos e não deseja comprometer a sua reputação nesse campo por causa do ‘negócio dos telemóveis’.

A solução poderá passar pela substituição dos dois componentes chave do Galaxy S, no fundo aqueles cuja produção é insuficiente para satisfazer as encomendas, por alternativas mais comuns. O ecrã Super AMOLED dará lugar a um Super Clear LCD, com as mesmas dimensões e resolução, e o processador Hummingbird será substituído por um Texas Instruments OMAP 3630 a 1 GHz.
Os componentes escolhidos continuam a ser de boa qualidade, para que a imagem do Galaxy SL não seja prejudicada, mas na prática não são tão competentes como os que são produzidos pela própria Samsung.

Outros dos componentes que foi revisto foi a bateria, que passa a dispor de uma capacidade de 1650 mAh, forçando o terminal a ‘engordar’ mais meio milímetro. Espera-se que a adopção de componentes ‘menos nobres’ possa ter um impacto positivo no preço final do terminal e alargar ainda mais a sua liderança no segmento Android.

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