Várias vezes se falou numa possível ligação da Nokia à Google ou à Microsoft da qual viria a resultar a adopção do Android ou do Windows Phone 7 como alternativa à gama de soluções para smartphones e tablets da empresa.
A diminuição da competitividade do Symbian e os vários atrasos registados no desenvolvimento do MeeGo, com demasiada ingerência por parte da Intel pelo caminho, levaram os responsáveis da Nokia a procurar outro caminho.

Esse caminho passa agora pelo Windows Phone 7 da Microsoft que irá substituir gradualmente tanto o Symbian como o MeeGo e será, num futuro próximo, a solução principal da marca para a sua gama de terminais de gama média e alta.
A parceria, que será bilateral, irá também dar origem à inclusão de alguns produtos e tecnologia desenvolvida pela Nokia no interior do Windows Phone 7, embora não seja bem claro que tipo de modelo de licenciamento será adoptado para outros fabricantes.
O Ovi Maps passará a ser integrado no serviço Bing enquanto que a OVI Store será absorvida pelo Microsoft Marketplace. A Microsoft mantém as ferramentas de desenvolvimento, o Microsoft Office e o serviço Xbox Live!, o serviço de distribuição de publicidade (adCenter) e ‘herda’ da Nokia as parcerias com as operadoras móveis e a possibilidade de se debitar a compra de aplicações directamente na conta do telefone do utilizador.
A Nokia irá também beneficiar desta parceria já que terá a possibilidade de personalizar os seus terminais de uma forma que até agora a Microsoft não tinha permitido aos restantes fabricantes. A inclusão do know-how conquistado na área da fotografia móvel será feita exclusivamente nos modelos finlandeses.

O que fica desde já bem claro é que o Symbian e o MeeGo têm os seus dias contados, mesmo se não podem ser descartados de imediato uma vez que a Nokia terá que ‘sobreviver’ até à chegada ao mercado de uma gama completa de novos equipamentos.
Assim que for possível ter uma oferta suficientemente interessante e apelativa baseada no Windows Phone 7, as restantes plataforma serão descontinuadas, mas até chegar esse momento ainda existe um longo caminho a percorrer.
A Nokia espera que 2011 e 2012 sejam ‘anos de transição’ (já 2009 e 2010 também o tinham sido mas para a versão táctil do Symbian) e espera que em 2013 a sua oferta já seja essencialmente baseada na plataforma móvel da Microsoft, Isto para o topo de gama já que será mantida a plataforma S40 como alicerce da oferta de telemóveis simples e baratos.
A partir de 1 de Abril, dia em que começa o novo ano fiscal para a Nokia, a empresa sofrerá uma grande reestruturação que resultará na criação de duas grandes divisões: Smart Devices e Mobile Phones. Uma das principais tarefas da divisão de Smart Devices será preparar a migração da gama de soluções actuais, baseadas no Symbian e MeeGo, para a plataforma Windows Phone 7.
Alguns rumores indicam que a Nokia começado por encetar conversações com a RIM, Google e Microsoft e que, por motivos diversos, a escolha final acabou por recair sobre o Windows Phone 7. A RIM, aparentemente, não mostrou qualquer tipo de interesse em alargar as suas duas plataformas móveis actuais – o Blackberry 6 e o QNX Neutrino – a equipamentos produzidos por terceiros, enquanto que o acordo com a Google não chegou a bom termo devido à colisão de soluções e produtos. Diz-se que a Nokia exigia que o Google Maps viesse a ser substituído pela sua própria solução – o OVI Maps – e que requeria que fossem feitas alterações à forma como certa informação era armazenada nos terminais, algo que foi recusado liminarmente pela Google.
As reacções não se fizeram esperar, com as acções da Nokia a registarem uma queda de 9% no seu valor e com vários funcionários da empresa finlandesa a abandonarem o seu local de trabalho em sinal de protesto. Existe agora uma preocupação real com a manutenção de vários postos de trabalho, já que a fusão de divisões e a adopção de um sistema operativo móvel desenvolvido no exterior irá obrigar a remodelações profundas.
A diminuição da competitividade do Symbian e os vários atrasos registados no desenvolvimento do MeeGo, com demasiada ingerência por parte da Intel pelo caminho, levaram os responsáveis da Nokia a procurar outro caminho.

Esse caminho passa agora pelo Windows Phone 7 da Microsoft que irá substituir gradualmente tanto o Symbian como o MeeGo e será, num futuro próximo, a solução principal da marca para a sua gama de terminais de gama média e alta.
A parceria, que será bilateral, irá também dar origem à inclusão de alguns produtos e tecnologia desenvolvida pela Nokia no interior do Windows Phone 7, embora não seja bem claro que tipo de modelo de licenciamento será adoptado para outros fabricantes.
O Ovi Maps passará a ser integrado no serviço Bing enquanto que a OVI Store será absorvida pelo Microsoft Marketplace. A Microsoft mantém as ferramentas de desenvolvimento, o Microsoft Office e o serviço Xbox Live!, o serviço de distribuição de publicidade (adCenter) e ‘herda’ da Nokia as parcerias com as operadoras móveis e a possibilidade de se debitar a compra de aplicações directamente na conta do telefone do utilizador.
A Nokia irá também beneficiar desta parceria já que terá a possibilidade de personalizar os seus terminais de uma forma que até agora a Microsoft não tinha permitido aos restantes fabricantes. A inclusão do know-how conquistado na área da fotografia móvel será feita exclusivamente nos modelos finlandeses.

O que fica desde já bem claro é que o Symbian e o MeeGo têm os seus dias contados, mesmo se não podem ser descartados de imediato uma vez que a Nokia terá que ‘sobreviver’ até à chegada ao mercado de uma gama completa de novos equipamentos.
Assim que for possível ter uma oferta suficientemente interessante e apelativa baseada no Windows Phone 7, as restantes plataforma serão descontinuadas, mas até chegar esse momento ainda existe um longo caminho a percorrer.
A Nokia espera que 2011 e 2012 sejam ‘anos de transição’ (já 2009 e 2010 também o tinham sido mas para a versão táctil do Symbian) e espera que em 2013 a sua oferta já seja essencialmente baseada na plataforma móvel da Microsoft, Isto para o topo de gama já que será mantida a plataforma S40 como alicerce da oferta de telemóveis simples e baratos.
A partir de 1 de Abril, dia em que começa o novo ano fiscal para a Nokia, a empresa sofrerá uma grande reestruturação que resultará na criação de duas grandes divisões: Smart Devices e Mobile Phones. Uma das principais tarefas da divisão de Smart Devices será preparar a migração da gama de soluções actuais, baseadas no Symbian e MeeGo, para a plataforma Windows Phone 7.
Alguns rumores indicam que a Nokia começado por encetar conversações com a RIM, Google e Microsoft e que, por motivos diversos, a escolha final acabou por recair sobre o Windows Phone 7. A RIM, aparentemente, não mostrou qualquer tipo de interesse em alargar as suas duas plataformas móveis actuais – o Blackberry 6 e o QNX Neutrino – a equipamentos produzidos por terceiros, enquanto que o acordo com a Google não chegou a bom termo devido à colisão de soluções e produtos. Diz-se que a Nokia exigia que o Google Maps viesse a ser substituído pela sua própria solução – o OVI Maps – e que requeria que fossem feitas alterações à forma como certa informação era armazenada nos terminais, algo que foi recusado liminarmente pela Google.
As reacções não se fizeram esperar, com as acções da Nokia a registarem uma queda de 9% no seu valor e com vários funcionários da empresa finlandesa a abandonarem o seu local de trabalho em sinal de protesto. Existe agora uma preocupação real com a manutenção de vários postos de trabalho, já que a fusão de divisões e a adopção de um sistema operativo móvel desenvolvido no exterior irá obrigar a remodelações profundas.
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