A necessidade de investir em diversas frentes – no sucessor Windows 7 para não perder o avanço que detém no segmento de computadores portáteis e de secretária e no Windows Phone 7 que é a nova aposta para a nova geração de smartphones - obrigou a Microsoft a dispersar os seus esforços com prejuízos óbvios nos timings pré-estabelecidos.
Depois de ter prometido ‘fazer em três meses o que a Apple demorou três anos a desenvolver’, numa clara referência à integração de multi-tasking na sua plataforma móvel, a Microsoft começou a coleccionar atrasos e percalços que estão a condicionar a sua evolução.
A próxima grande release do Windows 8, que deverá ter uma versão especifica para processadores ARM de forma a poder ser instalado em tablets, está irremediavelmente atrasada e só chegará ao mercado em 2012.
Pelo caminho há ainda a primeira grande evolução do Windows Phone 7, actualmente referenciada pelo nome de código ‘Mango’, que está também bastante atrasada em relação ao previsto (Agosto de 2011) e poderá não incluir todas as novidades que a marca americana desejava. A falta de ritmo no desenvolvimento da sua nova plataforma móvel, situação essa que aconteceu várias vezes com o Windows Mobile no passado, irá obrigar certos fabricantes, à cabeça dos quais se encontra a Nokia, a reverem os seus planos e estratégia para os próximos 12 meses.
Depois de ter prometido ‘fazer em três meses o que a Apple demorou três anos a desenvolver’, numa clara referência à integração de multi-tasking na sua plataforma móvel, a Microsoft começou a coleccionar atrasos e percalços que estão a condicionar a sua evolução.
A próxima grande release do Windows 8, que deverá ter uma versão especifica para processadores ARM de forma a poder ser instalado em tablets, está irremediavelmente atrasada e só chegará ao mercado em 2012.
Pelo caminho há ainda a primeira grande evolução do Windows Phone 7, actualmente referenciada pelo nome de código ‘Mango’, que está também bastante atrasada em relação ao previsto (Agosto de 2011) e poderá não incluir todas as novidades que a marca americana desejava. A falta de ritmo no desenvolvimento da sua nova plataforma móvel, situação essa que aconteceu várias vezes com o Windows Mobile no passado, irá obrigar certos fabricantes, à cabeça dos quais se encontra a Nokia, a reverem os seus planos e estratégia para os próximos 12 meses.
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