Ao contrário do que é comummente assumido por potenciais interessados, o Blackberry Playbook não será baseado na mesma plataforma que os restantes modelos da marca canadiana. Para o seu primeiro tablet, a RIM escolheu um sistema operativo chamado QNX que se destacou nos últimos anos em dispositivos de entretenimento e de monitorização e controlo que necessitem de uma base multi-tarefa sólida.

O responsável pelo departamento de Relações Públicas da QNX, que entretanto se integrou o império da RIM, encetou uma demanda pelo artigo mais antigo publicado até hoje sobre o QNX.
Até agora o ceptro vai para um artigo publicado na edição de 21 de Março de 1983 da revista InfoWorld. Foi há 28 anos, ainda antes da Microsoft ter apresentado a primeira versão do Windows, que a QNX deu a conhecer o seu sistema operativo que usava ‘janelas’ como forma de permitir que várias aplicações corressem simultaneamente sem interferirem umas com as outras.
Nessa altura os responsáveis pelo QNX pretendiam criar uma solução alternativa ao UNIX que funcionasse em dispositivos de recursos limitados (ocupava menos de 96 KBytes) garantindo as vantagens de um verdadeiro sistema multi-tasking.
28 anos depois, o QNX volta ás suas origens ao assumir o papel central no primeiro tablet da RIM, um dispositivo que vem combater as soluções concorrentes baseadas no UNIX ou Linux – Apple iPad, Android 3.0 e WebOS 3.0.

O responsável pelo departamento de Relações Públicas da QNX, que entretanto se integrou o império da RIM, encetou uma demanda pelo artigo mais antigo publicado até hoje sobre o QNX.
Até agora o ceptro vai para um artigo publicado na edição de 21 de Março de 1983 da revista InfoWorld. Foi há 28 anos, ainda antes da Microsoft ter apresentado a primeira versão do Windows, que a QNX deu a conhecer o seu sistema operativo que usava ‘janelas’ como forma de permitir que várias aplicações corressem simultaneamente sem interferirem umas com as outras.
Nessa altura os responsáveis pelo QNX pretendiam criar uma solução alternativa ao UNIX que funcionasse em dispositivos de recursos limitados (ocupava menos de 96 KBytes) garantindo as vantagens de um verdadeiro sistema multi-tasking.
28 anos depois, o QNX volta ás suas origens ao assumir o papel central no primeiro tablet da RIM, um dispositivo que vem combater as soluções concorrentes baseadas no UNIX ou Linux – Apple iPad, Android 3.0 e WebOS 3.0.
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