De uma só vez a Opera renovou os seus dois browsers móveis abrindo a porta de uma ‘Internet melhor’ para milhões de utilizadores. Se as vantagens das versões dirigidas aos smartphones são algo questionáveis, já que geralmente esse género de dispositivo dispõe de uma solução competente, para os modelos mais básicos a diferença é abismal.
As novidades nas duas versões nem são de grande monta já que a Opera investiu sobretudo na uniformização do aspecto, no alargamento da compatibilidade a certos telemóveis e no desempenho puro e simples.
O Opera Mini 6 ganha um novo botão para partilhar no Twitter, Facebook ou MyOpera a página que está a ser consultada enquanto que o Ompera Mobile 11 vê a sua interface sofrer uma revisão geral, suporte para tablets e suporte para pinch and zoom.

A Opera garante que é possível visitar 90% dos sites existentes com estes novos browsers e mesmo o suporte para conteúdos Flash, algo que faltava nas versões anteriores não foi descurado. O Opera Mobile 11 está disponível enquanto aplicações nativas para Android e Symbian enquanto que o Opera Mini abarca os Blacknberry, os modelos Symbian também e todos os telemóveis de gama média e média baixa que consigam fazer uma ligação à Internet.
Comum às duas versões é o motor de javascript optimizado e o suporte para HTML 5, navegação por gestos (novidade no Opera Mini 6) e a possibilidade de fazer passar as páginas pelos servidores da Opera onde são comprimidas e optimizadas.
Uma das novidades, no campo Android, é a introdução de uma versão específica para tablets que tira partido dos ecrãs de maiores dimensões, da ausência de botões físicos e dos processadores mais potentes. Com o lançamento destas versões a opera põe um ponto final no suporte para Windows Mobile e não inclui o Windows Phone 7 no lote de plataformas suportadas. Esta foram alargadas com o lançamento de versões beta para Maemo e MeeGo, duas plataformas baseadas em Linux que poderão reunir ainda um bom número de utilizadores.
As novidades nas duas versões nem são de grande monta já que a Opera investiu sobretudo na uniformização do aspecto, no alargamento da compatibilidade a certos telemóveis e no desempenho puro e simples.
O Opera Mini 6 ganha um novo botão para partilhar no Twitter, Facebook ou MyOpera a página que está a ser consultada enquanto que o Ompera Mobile 11 vê a sua interface sofrer uma revisão geral, suporte para tablets e suporte para pinch and zoom.

A Opera garante que é possível visitar 90% dos sites existentes com estes novos browsers e mesmo o suporte para conteúdos Flash, algo que faltava nas versões anteriores não foi descurado. O Opera Mobile 11 está disponível enquanto aplicações nativas para Android e Symbian enquanto que o Opera Mini abarca os Blacknberry, os modelos Symbian também e todos os telemóveis de gama média e média baixa que consigam fazer uma ligação à Internet.
Comum às duas versões é o motor de javascript optimizado e o suporte para HTML 5, navegação por gestos (novidade no Opera Mini 6) e a possibilidade de fazer passar as páginas pelos servidores da Opera onde são comprimidas e optimizadas.
Uma das novidades, no campo Android, é a introdução de uma versão específica para tablets que tira partido dos ecrãs de maiores dimensões, da ausência de botões físicos e dos processadores mais potentes. Com o lançamento destas versões a opera põe um ponto final no suporte para Windows Mobile e não inclui o Windows Phone 7 no lote de plataformas suportadas. Esta foram alargadas com o lançamento de versões beta para Maemo e MeeGo, duas plataformas baseadas em Linux que poderão reunir ainda um bom número de utilizadores.
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