Existe actualmente muita pressão para que a Nokia apresente e lance no mercado os seus primeiros terminais baseados no Windows Phone 7. Se para a Microsoft é fundamental alavancar a venda de terminais baseados na sua plataforma e, como consequência, aumentar a sua quota de mercado antes que outros sistemas operativos móveis (MeeGo e WebOS) entrem comercialização, para a Nokia a situação não é muito melhor.
A falta de fé na plataforma Symbian, que acontece mais dentro de portas do que no próprio mercado, está a levar os técnicos da marca finlandesa a acelerar o processo de migração para a plataforma móvel da Microsoft. Com a quota de mercado a cair de trimestre para trimestre, a Nokia precisa de colocar no mercado modelos alternativos ao Symbian, já que a mensagem que passou foi bem clara: o Symbian está moribundo.
Segundo Eldar Murtazin, o editor do portal Mobile-Review e confesso adepto ‘anti-Nokia’, já existem dois modelos em fase de testes: o Nokia W7, que herda parte da estrutura do Nokia X7 apresentado esta semana, e o Nokia W8 que mais não é do que uma versão adaptada do Nokia N8 actualmente em comercialização. Para acelerar o processo de migração, o primeiro está a ser desenvolvido pela própria Nokia enquanto que o segundo está a cargo da Qualcomm, a nova ‘grande amiga’ da Nokia e principal fornecedora de processadores (depois das duas marcas terem travado uma batalha judicial épica).
Estes modelos não serão exactamente iguais ao modelos Symbian em comercialização tanto por questões de marketing como também por necessidade. Uma das grandes vantagens do Symbian relativamente às restantes plataformas móveis é o facto de necessitar de recurso inferiores para oferecer o mesmo grau de performance. Assim, os modelos de gama alta da marca finlandesa, onde se encaixa o Nokia N8, dispõe de processadores a 680 MHz o que é mais do que suficiente para o Symbian mas manifestamente escasso para o Windows Phone 7.
Esta distinção é bastante importante já que, hoje mesmo, a Microsoft anunciou os novos requisitos para a plataforma Windows Phone 7 e, ao contrário do que se estava à espera, estão agora mais exigentes e menos flexíveis. Passa a ser obrigatória a inclusão de um acelerómetro e os processadores aceites são as linhas MSM8x55 (anteriormente era a MSM8x50) e MSM7x30 da Qualcomm, ambas acompanhadas de um coprocessador gráfico Adreno 205 (anteriormente Adreno 200).
A falta de fé na plataforma Symbian, que acontece mais dentro de portas do que no próprio mercado, está a levar os técnicos da marca finlandesa a acelerar o processo de migração para a plataforma móvel da Microsoft. Com a quota de mercado a cair de trimestre para trimestre, a Nokia precisa de colocar no mercado modelos alternativos ao Symbian, já que a mensagem que passou foi bem clara: o Symbian está moribundo.
Segundo Eldar Murtazin, o editor do portal Mobile-Review e confesso adepto ‘anti-Nokia’, já existem dois modelos em fase de testes: o Nokia W7, que herda parte da estrutura do Nokia X7 apresentado esta semana, e o Nokia W8 que mais não é do que uma versão adaptada do Nokia N8 actualmente em comercialização. Para acelerar o processo de migração, o primeiro está a ser desenvolvido pela própria Nokia enquanto que o segundo está a cargo da Qualcomm, a nova ‘grande amiga’ da Nokia e principal fornecedora de processadores (depois das duas marcas terem travado uma batalha judicial épica).
Estes modelos não serão exactamente iguais ao modelos Symbian em comercialização tanto por questões de marketing como também por necessidade. Uma das grandes vantagens do Symbian relativamente às restantes plataformas móveis é o facto de necessitar de recurso inferiores para oferecer o mesmo grau de performance. Assim, os modelos de gama alta da marca finlandesa, onde se encaixa o Nokia N8, dispõe de processadores a 680 MHz o que é mais do que suficiente para o Symbian mas manifestamente escasso para o Windows Phone 7.
Esta distinção é bastante importante já que, hoje mesmo, a Microsoft anunciou os novos requisitos para a plataforma Windows Phone 7 e, ao contrário do que se estava à espera, estão agora mais exigentes e menos flexíveis. Passa a ser obrigatória a inclusão de um acelerómetro e os processadores aceites são as linhas MSM8x55 (anteriormente era a MSM8x50) e MSM7x30 da Qualcomm, ambas acompanhadas de um coprocessador gráfico Adreno 205 (anteriormente Adreno 200).
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