A especulação em redor dos terminais Windows Phone 7 que a Nokia está a desenvolver não pára. Ao ser apontada como a única possibilidade da Microsoft vir a ter um papel relevante no segmento móvel, a companhia finlandesa tem a responsabilidade de demonstrar que o Windows Phone 7 até é uma plataforma viável e que a Nokia continua a ser uma das referência no fabrico e produção de smartphones.
Dado o atrito que continua a existir entre a empresa finlandesa e a Qualcomm, que continuam envolvidas numa grande batalha jurídica, a maioria dos analistas vê como pouco provável um acordo entre as duas empresas que viabilize a utilização dos processadores da segunda nos terminais produzidos pela Nokia. A alternativa parece ser a ST-Ericsson, uma empresa conjunta da Ericsson e da ST-Microelectronics, que já dispõe de processadores dual-core na sua oferta.
O processador ST-Ericsson U8500 reúne num só chip o vulgar processador de aplicações (neste caso um dual-core a funcionar a 1.2 GHz), e os controladores WiFi e Bluetooth, o modem HSPA+ e o receptor a-GPS com níveis de consumo de energia idênticos aos processadores da Qualcomm que estão a ser usado neste momento nos terminais Windows Phone 7 em comercialização.
Com 12 terminais agendados para 2012, alguns deles já baseados no Windows 8, a Nokia tem agora uma grande oportunidade de resolver o diferendo com a Qualcomm. Mesmo que não venha, de facto, a usar os processadores da ST-Ericsson, a Nokia está a pressionar a Microsoft para que altere as especificações de hardware do Windows Phone 7 no sentido de permitir a utilização de outros processadores.
Para a Qualcomm esse tipo de cedência não interessa já que as previsões dão um grande crescimento do segmento Windows Phone 7 nos próximos anos e ser o único fornecedor de processadores é uma enorme vantagem.
Com a entrada de um novo fornecedor de processadores em cena, e associado ao principal fabricante de terminais Windows Phone 7 (a Nokia estima vender aproximadamente 100 milhões de terminais por ano), a Qualcomm teme que os restantes fabricantes sigam as pisadas da Nokia e optem por outros fornecedores como está a acontecer presentemente com a presença da Nvidia no segmento dos tablets Android.
O mais certo é que a Qualcomm ceda nas suas pretensões perante a Nokia, chegando a um acordo com a companhia nórdica de forma a não perder mais influ~encia no segmento móvel.
Dado o atrito que continua a existir entre a empresa finlandesa e a Qualcomm, que continuam envolvidas numa grande batalha jurídica, a maioria dos analistas vê como pouco provável um acordo entre as duas empresas que viabilize a utilização dos processadores da segunda nos terminais produzidos pela Nokia. A alternativa parece ser a ST-Ericsson, uma empresa conjunta da Ericsson e da ST-Microelectronics, que já dispõe de processadores dual-core na sua oferta.
O processador ST-Ericsson U8500 reúne num só chip o vulgar processador de aplicações (neste caso um dual-core a funcionar a 1.2 GHz), e os controladores WiFi e Bluetooth, o modem HSPA+ e o receptor a-GPS com níveis de consumo de energia idênticos aos processadores da Qualcomm que estão a ser usado neste momento nos terminais Windows Phone 7 em comercialização.
Com 12 terminais agendados para 2012, alguns deles já baseados no Windows 8, a Nokia tem agora uma grande oportunidade de resolver o diferendo com a Qualcomm. Mesmo que não venha, de facto, a usar os processadores da ST-Ericsson, a Nokia está a pressionar a Microsoft para que altere as especificações de hardware do Windows Phone 7 no sentido de permitir a utilização de outros processadores.
Para a Qualcomm esse tipo de cedência não interessa já que as previsões dão um grande crescimento do segmento Windows Phone 7 nos próximos anos e ser o único fornecedor de processadores é uma enorme vantagem.
Com a entrada de um novo fornecedor de processadores em cena, e associado ao principal fabricante de terminais Windows Phone 7 (a Nokia estima vender aproximadamente 100 milhões de terminais por ano), a Qualcomm teme que os restantes fabricantes sigam as pisadas da Nokia e optem por outros fornecedores como está a acontecer presentemente com a presença da Nvidia no segmento dos tablets Android.
O mais certo é que a Qualcomm ceda nas suas pretensões perante a Nokia, chegando a um acordo com a companhia nórdica de forma a não perder mais influ~encia no segmento móvel.
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