A Microsoft vai começar a aliciar os programadores que já estão a investir no Windows Phone 7 a subirem os preços das suas aplicações afastando-se dos níveis que a App Store da Apple veio a estabelecer: os 79 cêntimos ($0.99).
Mesmo sabendo que a qualidade das aplicações Windows Phone 7 é substancialmente inferior às congéneres para o iPhone, devido a limitações no acesso a certas funcionalidades do sistema operativo e na forma como este funciona, a Microsoft pretende que existam programadores a ganharem um milhão de dólares sem terem forçosamente que vender um milhão de cópias (o que equivale a uma cópia vendida a um quarto dos terminais activos).
Os preços mais altos ajudam também a rentabilizar mais rapidamente projectos de grandes dimensões ou que requeiram um forte investimento, algo que não será possível enquanto o número de terminais Windows Phone 7 vendidos não atingir um patamar significativo. E esse objectivo encontra-se, pelo menos, a um ano de distância.
Com mais de 20 000 aplicações disponíveis no Marketplace, embora já existam várias aplicações que funcionam apenas como ponto de ligação a sites móveis ou que actuem como spam, o preço médio actual, tendo em conta apenas as que não são gratuitas, ronda o $1.48 (€ 1.03).
Esta situação também poderá estar relacionada com uma eventual abertura do Nokia Marketplace, uma estrutura que graficamente é diferente do Marketplace da Microsoft (embora possam vir a usar uma base comum) e permitirá à Nokia ter um maior controlo sobre as aplicações publicadas. Dados os acordos que a Nokia já tem com a maioria das operadoras móveis a nível global para aceitar pagamentos por débito directo na conta telefónica, é de esperar que este tipo de funcionalidade esteja disponível de imediato a partir do Nokia Marketplace e vá sendo alargada ao Marketplace da Microsoft à medida que a empresa americana for também conseguindo estabelecer o mesmo género de acordos.
Esta abordagem permitiria à Nokia continuar a manter o relacionamento directo com os programadores que actualmente estão a desenvolver aplicações para Symbian e MeeGo e ajudá-los na sua transição para o Windows Phone 7, oferecendo um local para venda de aplicações gerido do ponto de vista de cada mercado local (como acontece actualmente com a Ovi Store), evitando a ‘fuga’ para o Android e iOS.
Mesmo sabendo que a qualidade das aplicações Windows Phone 7 é substancialmente inferior às congéneres para o iPhone, devido a limitações no acesso a certas funcionalidades do sistema operativo e na forma como este funciona, a Microsoft pretende que existam programadores a ganharem um milhão de dólares sem terem forçosamente que vender um milhão de cópias (o que equivale a uma cópia vendida a um quarto dos terminais activos).
Os preços mais altos ajudam também a rentabilizar mais rapidamente projectos de grandes dimensões ou que requeiram um forte investimento, algo que não será possível enquanto o número de terminais Windows Phone 7 vendidos não atingir um patamar significativo. E esse objectivo encontra-se, pelo menos, a um ano de distância.
Com mais de 20 000 aplicações disponíveis no Marketplace, embora já existam várias aplicações que funcionam apenas como ponto de ligação a sites móveis ou que actuem como spam, o preço médio actual, tendo em conta apenas as que não são gratuitas, ronda o $1.48 (€ 1.03).
Esta situação também poderá estar relacionada com uma eventual abertura do Nokia Marketplace, uma estrutura que graficamente é diferente do Marketplace da Microsoft (embora possam vir a usar uma base comum) e permitirá à Nokia ter um maior controlo sobre as aplicações publicadas. Dados os acordos que a Nokia já tem com a maioria das operadoras móveis a nível global para aceitar pagamentos por débito directo na conta telefónica, é de esperar que este tipo de funcionalidade esteja disponível de imediato a partir do Nokia Marketplace e vá sendo alargada ao Marketplace da Microsoft à medida que a empresa americana for também conseguindo estabelecer o mesmo género de acordos.
Esta abordagem permitiria à Nokia continuar a manter o relacionamento directo com os programadores que actualmente estão a desenvolver aplicações para Symbian e MeeGo e ajudá-los na sua transição para o Windows Phone 7, oferecendo um local para venda de aplicações gerido do ponto de vista de cada mercado local (como acontece actualmente com a Ovi Store), evitando a ‘fuga’ para o Android e iOS.
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