Agora que a porta foi aberta, a especulação em redor da parceria estabelecida entre a Nokia e a Microsoft começa a tomar outras proporções. Depois de se saber que a Microsoft investiu o necessário para convencer a Nokia a ser a sua ‘ponta de lança’ no segmento móvel, com benefícios que foram recusados a outros fabricantes, há quem começasse a apontar menos para um ‘namoro’ e mais para um ‘casamento’.
O CEO da Nokia, durante a conferência anual organizada pelo portal All Things Digital, teve oportunidade de negar peremptoriamente esses rumores e explicar porque não fazem qualquer sentido.
‘Os rumores são infundados. Não está nada disso a ser discutido. Se pensarmos bem até nem faz grande sentido. Os smartphones são apenas metade do negócio móvel da Nokia, e não existe equivalência a estes dentro da estrutura da Microsoft nem é compatível com a actual linha de negocia dela’.
Sobre a situação imediata da Nokia, Elop ainda teve tempo para avançar.
Na base da ‘grande decisão’ de Elop, a adopção do Windows Phone 7, estiveram as projecções dos seus técnicos que desenharam um roadmap que não permitia criar terminais competitivos em tempo útil. A necessidade de continuar a investir na evolução do Symbian e do MeeGo, a par dos problemas técnicos que cada uma delas apresentava e que demorariam alguns anos a solucionar, tirava qualquer vantagem competitiva à marca finlandesa.
Nessa altura as previsões para o MeeGo não eram as mais animadoras e, de acordo com o roadmap estabelecido para o seu desenvolvimento, a Nokia poderia aspirar a lançar um novo modelo cada ano, o que era insuficiente para a empresa.
O CEO da Nokia, durante a conferência anual organizada pelo portal All Things Digital, teve oportunidade de negar peremptoriamente esses rumores e explicar porque não fazem qualquer sentido.
‘Os rumores são infundados. Não está nada disso a ser discutido. Se pensarmos bem até nem faz grande sentido. Os smartphones são apenas metade do negócio móvel da Nokia, e não existe equivalência a estes dentro da estrutura da Microsoft nem é compatível com a actual linha de negocia dela’.
Sobre a situação imediata da Nokia, Elop ainda teve tempo para avançar.
- O MeeGo continua a ser uma plataforma experimental mas o primeiro modelo ainda será lançado este ano.
- O Symbian continuará a ser a plataforma principal da Nokia durante algum tempo e continuará a ser actualizado pelo menos até 2016,
- A concorrência é o Android e o iPhone. O CEO da Nokia até vê com bons olhos o crescimento da quota de empresas como a HTC ou Samsung dentro do Windows Phone 7 uma vez que isso iria contribuir para reforçar o ecossistema,
- O calendário está a ser cumprido e o primeiro terminal Windows Phone 7 deve ser lançado antes do Natal,
- As dificuldades de penetrar no mercado americano começaram em 2004 quando a Nokia não dispunha de um terminal capaz de enfrentar o Motorola Razr e agravaram-se com a chegada do iPhone,
- A aproximação da RIM à Microsoft vem também contribuir para um reforço de soluções como o Bing ou o Office 365 que acabarão, em última instância, por beneficiar também a Nokia.
Na base da ‘grande decisão’ de Elop, a adopção do Windows Phone 7, estiveram as projecções dos seus técnicos que desenharam um roadmap que não permitia criar terminais competitivos em tempo útil. A necessidade de continuar a investir na evolução do Symbian e do MeeGo, a par dos problemas técnicos que cada uma delas apresentava e que demorariam alguns anos a solucionar, tirava qualquer vantagem competitiva à marca finlandesa.
Nessa altura as previsões para o MeeGo não eram as mais animadoras e, de acordo com o roadmap estabelecido para o seu desenvolvimento, a Nokia poderia aspirar a lançar um novo modelo cada ano, o que era insuficiente para a empresa.
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