A decisão da Nokia abandonar duas das plataformas móveis em que estava activamente envolvida – o Symbian e o MeeGo – apanhou o mercado de surpresa. A escolha do Windows Phone 7 como plataforma estratégia para a linha de smartphones da companhia acabou por ter um impacto negativo nas vendas dos terminais Symbian que aceleraram a sua queda em termos de quota de mercado.

Para o futuro apenas se mantém a plataforma Séries 40 da Nokia, uma solução que tem vindo a evoluir progressivamente e é hoje usada nos telemóveis de maior sucesso da marca. È exactamente aí que poderá estar a estratégia ‘escondida’ da Nokia, uma vez que os vários projectos internos em curso apontam para uma maior aproximação desta plataforma às duas que a Nokia irá abandonar nos próximos anos.
Foi o próprio CEO da Nokia que confirmou que a plataforma irá evoluir na direcção full touch, seguindo as pisadas do que fez, por exemplo, a Samsung com o SHP e o Bada. O projecto Meltemi (nome de ventos anuais que assolam o Mar Ergeu) configura-se como o futuro da plataforma proprietária da Nokia, reunindo várias funcionalidades, design e componentes que existem agora no Symbian e no MeeGo. Sonic (hardware) e Clipper (software) são outros dois projectos internos que irão mudar a imagem e forma como a Nokia se apresenta no mercado, através da introdução de produtos full touch (como evolução dos actuais Touch & Type) mesmo nos segmentos mais baixos.
Os últimos terminais Séries 40 apresentados (C2-02, C2-03 e C2-06) já apresentam indícios dessa evolução, como sejam a utilização de uma interface com traços (ícones) do MeeGo e a integração do Nokia Maps mesmo em dispositivos que não contam com um receptor GPS. A localização é obtida através da triangulação de antenas de telecomunicações e o planeamento dos percursos é efectuado nos servidores da companhia finlandesa implicando consumos de dados inferiores a 10 KBytes.
Na estratégia da Nokia está ainda a migração para esta nova plataforma da estrutura de suporte para as aplicações desenvolvidas em Qt, o que lhe permitiria aproveitar todo o trabalho efectuado pelos programadores na criação de aplicações Symbian e MeeGo.
“As inovações no desenho, interface do utilizador e experiência de desenvolvimento em Qt do Nokia N9 irão sobreviver em vários formatos” referia Jussi Mäkinen, o encarregado de product Marketing da Nokia na sua conta Twitter.
A chegada, já semi-anunciada, de equipamentos Série 40 equipados com processadores a 1 GHz e ecrã tácteis de grandes dimensões com tecnologia ClearBlack são já a antecipação que o MeeGo e o Symbian poderão não ser totalmente descontinuados pela Nokia. Provavelmente apenas irão juntar-se numa plataforma só e mudar de nome.

Para o futuro apenas se mantém a plataforma Séries 40 da Nokia, uma solução que tem vindo a evoluir progressivamente e é hoje usada nos telemóveis de maior sucesso da marca. È exactamente aí que poderá estar a estratégia ‘escondida’ da Nokia, uma vez que os vários projectos internos em curso apontam para uma maior aproximação desta plataforma às duas que a Nokia irá abandonar nos próximos anos.
Foi o próprio CEO da Nokia que confirmou que a plataforma irá evoluir na direcção full touch, seguindo as pisadas do que fez, por exemplo, a Samsung com o SHP e o Bada. O projecto Meltemi (nome de ventos anuais que assolam o Mar Ergeu) configura-se como o futuro da plataforma proprietária da Nokia, reunindo várias funcionalidades, design e componentes que existem agora no Symbian e no MeeGo. Sonic (hardware) e Clipper (software) são outros dois projectos internos que irão mudar a imagem e forma como a Nokia se apresenta no mercado, através da introdução de produtos full touch (como evolução dos actuais Touch & Type) mesmo nos segmentos mais baixos.
Os últimos terminais Séries 40 apresentados (C2-02, C2-03 e C2-06) já apresentam indícios dessa evolução, como sejam a utilização de uma interface com traços (ícones) do MeeGo e a integração do Nokia Maps mesmo em dispositivos que não contam com um receptor GPS. A localização é obtida através da triangulação de antenas de telecomunicações e o planeamento dos percursos é efectuado nos servidores da companhia finlandesa implicando consumos de dados inferiores a 10 KBytes.
Na estratégia da Nokia está ainda a migração para esta nova plataforma da estrutura de suporte para as aplicações desenvolvidas em Qt, o que lhe permitiria aproveitar todo o trabalho efectuado pelos programadores na criação de aplicações Symbian e MeeGo.
“As inovações no desenho, interface do utilizador e experiência de desenvolvimento em Qt do Nokia N9 irão sobreviver em vários formatos” referia Jussi Mäkinen, o encarregado de product Marketing da Nokia na sua conta Twitter.
A chegada, já semi-anunciada, de equipamentos Série 40 equipados com processadores a 1 GHz e ecrã tácteis de grandes dimensões com tecnologia ClearBlack são já a antecipação que o MeeGo e o Symbian poderão não ser totalmente descontinuados pela Nokia. Provavelmente apenas irão juntar-se numa plataforma só e mudar de nome.
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