Enquanto os grandes fabricantes de dispositivos móveis que apostaram na plataforma Android decidiram discutir e combater as acusações da Microsoft em tribunal, aquelas que não dispõe de grande recursos ou dependem do gigante americano começam a enveredar pela via do acordo.
Depois da HTC ter aceite pagar royalties por tecnologia que, alegadamente, pertence à Microsoft e foi usada ilegalmente pela Google no Android, mais dois fabricantes acabaram por ceder à sua pressão.

A Velocity Micro e a General Dynamics Itronics (GDI) assinaram um acordo com a Microsoft que prevê o pagamento de cerca de $5 por cada dispositivo Android vendido. Para a GDI era importante por de lado definitivamente esta questão uma vez que grande parte da sua oferta de tablet rugged ainda continua a ser baseada no Windows mas a marca começa agora também a apostar no Android.
Um dos novos tablets Android do fabricante – o GD300 – está adaptado ás necessidades da actividade militar, industrial, federal e executada no terreno por equipas comerciais graças à sua resistência a choques, água, humidade e poeiras, ao baixo peso e por dispor de um receptor GPS ultra-sensível. Qualquer interferência jurídica poderia prejudicar as negociações com o exercito americano e deitar a perder milhões de dóalres de lucros.
A Microsoft considera que esta vitória é apenas mais uma etapa ganha e que demonstra como ‘as empresas líder encaram as questões que envolvem propriedade intelectual’.
Desde o lançamento do Android que a Microsoft tenta passar a sua mensagem que surge em forma de aviso: ‘O Android não é gratuito. É necessário pagar-se royalties pela utilização de tecnologia patenteada.’
Face ao crescimento das vendas de terminais Android, a Microsoft poderá vir a facturar mais com os royalties impostos a quem fabrica dispositivos baseados na plataforma móvel criada pela Google do que directamente com a sua própria solução.
Depois da HTC ter aceite pagar royalties por tecnologia que, alegadamente, pertence à Microsoft e foi usada ilegalmente pela Google no Android, mais dois fabricantes acabaram por ceder à sua pressão.

A Velocity Micro e a General Dynamics Itronics (GDI) assinaram um acordo com a Microsoft que prevê o pagamento de cerca de $5 por cada dispositivo Android vendido. Para a GDI era importante por de lado definitivamente esta questão uma vez que grande parte da sua oferta de tablet rugged ainda continua a ser baseada no Windows mas a marca começa agora também a apostar no Android.
Um dos novos tablets Android do fabricante – o GD300 – está adaptado ás necessidades da actividade militar, industrial, federal e executada no terreno por equipas comerciais graças à sua resistência a choques, água, humidade e poeiras, ao baixo peso e por dispor de um receptor GPS ultra-sensível. Qualquer interferência jurídica poderia prejudicar as negociações com o exercito americano e deitar a perder milhões de dóalres de lucros.
A Microsoft considera que esta vitória é apenas mais uma etapa ganha e que demonstra como ‘as empresas líder encaram as questões que envolvem propriedade intelectual’.
Desde o lançamento do Android que a Microsoft tenta passar a sua mensagem que surge em forma de aviso: ‘O Android não é gratuito. É necessário pagar-se royalties pela utilização de tecnologia patenteada.’
Face ao crescimento das vendas de terminais Android, a Microsoft poderá vir a facturar mais com os royalties impostos a quem fabrica dispositivos baseados na plataforma móvel criada pela Google do que directamente com a sua própria solução.
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