Já não é a primeira vez que a GSMA dá a entender que não vê com bons olhos a onda de especulação que assola a cidade de Barcelona anualmente por altura da realização do Mobile World Congress. Preços inflacionados, instalações antigas e pouco confortáveis e a falta de um apoio directo do município levaram a GSMA a equacionar a realização em outros locais.
No ano passado, Barcelona conseguiu garantir a realização do Mobile World Congress (MWC) em 2011 e 2012, batendo as cidades de Amesterdão, Colónia, Milão, Munique e Paris e era uma das principais candidatas à concessão para o período seguinte de seis anos (2013-2018).
Para essa nova fase a GSMA tem planos mais ambiciosos que passam pela criação da Mobile World Capital que irá acolher um conjunto de iniciativas e eventos que se prolongam ao longo de todo o ano e não se esgotam logo no final de Fevereiro.
A cidade de Barcelona voltou a ser a escolhida pela GSMA, batendo Munique, Milão e Paris, convertendo na primeira Mobile World Capital, estatuto esse que manterá até ao final de 2018, pelo menos.

O objectivo da GSMA é rodear Mobile World Congress de várias iniciativas que expandam no tempo e espaço a sua abrangência, deixando de ser apenas um evento que ocorre numa cidade numa certa altura do ano. A criação de um centro permanente para industria irá possibilitar o desenvolvimento de negócios, produção de festivais e eventos culturais e oportunidades académicas para quem estiver interessado.
A cidade escolhida passará a ser a ‘casa’ da indústria móvel e terá a missão de organizar várias iniciativas e eventos ao longo do ano.
No ano passado, Barcelona conseguiu garantir a realização do Mobile World Congress (MWC) em 2011 e 2012, batendo as cidades de Amesterdão, Colónia, Milão, Munique e Paris e era uma das principais candidatas à concessão para o período seguinte de seis anos (2013-2018).
Para essa nova fase a GSMA tem planos mais ambiciosos que passam pela criação da Mobile World Capital que irá acolher um conjunto de iniciativas e eventos que se prolongam ao longo de todo o ano e não se esgotam logo no final de Fevereiro.
A cidade de Barcelona voltou a ser a escolhida pela GSMA, batendo Munique, Milão e Paris, convertendo na primeira Mobile World Capital, estatuto esse que manterá até ao final de 2018, pelo menos.

O objectivo da GSMA é rodear Mobile World Congress de várias iniciativas que expandam no tempo e espaço a sua abrangência, deixando de ser apenas um evento que ocorre numa cidade numa certa altura do ano. A criação de um centro permanente para industria irá possibilitar o desenvolvimento de negócios, produção de festivais e eventos culturais e oportunidades académicas para quem estiver interessado.
A cidade escolhida passará a ser a ‘casa’ da indústria móvel e terá a missão de organizar várias iniciativas e eventos ao longo do ano.
- Mobile World Congress - Evento de visita obrigatória para a indústria e que deverá continuar a reunir mais de 50000 visitantes no espaço de 3 dias.
- Mobile World Centre - Local permanente que acolhe exposições de tecnologia, áreas de vendas, espaços para workshops, etc.
- Mobile World Festival - Eventos de música, cinema, prémios ou seminários destinados ao público em geral que ocorrem paralelamente ao Mobile World Congress e que estarão dispersos pela cidade.
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