A Microsoft deu a conhecer a mais recente evolução da sua plataforma principal que tem a particularidade de vir a poder ser usada também em dispositivos equipados com processadores ARM. A nova plataforma da Microsoft irá equipar uma gama alargada de dispositivos que vão desde o computador de secretária ‘clássico’ até a dispositivos móveis suficientemente leves e compactos para serem transportados para todo o lado.
Entre os vários equipamentos expostos, existia um tablet equipado com um processador quad-core da Nvidia (Kal-El) mas a maioria continua a ser baseada em processadores Intel. Mesmo os tablets mais compactos.

Da mesma forma que o Windows Phone 7 rompeu a linha evolutiva que tinha guiado o Windows Mobile durante anos, também o Windows 8 se afasta de qualquer versão do Windows conhecida até hoje. A interface Metro UI, estreada no Windows Phone 7, é agora o novo paradigma de navegação e conta com várias funcionalidades próprias de dispositivos tácteis.
Os ícones deram lugar às tiles mas existe uma grau de liberdade bem maior do que no Windows Phone 7. Estas podem conter informação genérica, relacionada com a aplicação que ‘representam’ e adoptar um esquema de cores próprio, ícones animados e imagens de fundo para que se distingam facilmente umas das outras.

O Lock Screen segue os ‘ensinamentos’ dos smartphones agrupando um conjunto de informação pertinente sobre um fundo esolhido pelo utilizador e que pode ser alterado automaticamente a cada X minutos.
Uma das características mais interessantes é a possibilidade de se usarem duas aplicações, lado a lado, e copiar informação de uma para a outra ou até mesmo ir alternando entre elas.
O suporte para navegação por gestos, por exemplo, é bastante mais avançado do que tem vindo a ser prometido pela Apple para o iPad ou o existente no WebOS ou Android.
Do WebOS foi também ‘importada’ a possibilidade de se partilhar informação, ficheiros ou conteúdos através de NFC, enquanto tecnologia de conectividade entre dois dispositivos ou como facilitador de ligações ponto a ponto via Bluetooth.

Com o Windows 8 a Microsoft dá o primeiro grande passo para uma estratégia integrada de ‘uma plataforma, vários dispositivos’, unificando vários serviços e experiência num só ponto. A possibilidade de jogos e aplicações serem partilhadas entre computadores, portáteis, tablets, smartphones e a Xbox cria um ecossistema abrangente que dão ao utilizador o poder de escolher qual o formato mais adequado ás suas necessidades.
Há também a possibilidade de sincronizar a informação ao longo de todos os dispositivos que o utilizador tem ou manter a informação armazenada na ‘núvem’, tornando-a acessível a partir de qualquer equipamento com ligação à Internet.
A ambição e confiança é agora grande, com Steve Balmer a considerar que ‘ninguém irá vender mais do que o Windows’, numa clara alusão aos 350 milhões de PCs que serão vendidos este ano. ‘Não há nada entre os telefones, não há nada entre os tablets, não há outro sistema operativo no planeta que que consiga atingir os 350 milhões de unidades vendidas num ano para além do Windows’.
Os analistas são um pouco mais cautelosos e apontam para a possibilidade da Microsoft vir a deter 15% do mercado dos tablets em 2014, o que é uma grande evolução face aos números actuais (menos de 1%) mas que não se aproxima do ‘domínio absoluto’ evocado pela empresa.
Entre os vários equipamentos expostos, existia um tablet equipado com um processador quad-core da Nvidia (Kal-El) mas a maioria continua a ser baseada em processadores Intel. Mesmo os tablets mais compactos.

Da mesma forma que o Windows Phone 7 rompeu a linha evolutiva que tinha guiado o Windows Mobile durante anos, também o Windows 8 se afasta de qualquer versão do Windows conhecida até hoje. A interface Metro UI, estreada no Windows Phone 7, é agora o novo paradigma de navegação e conta com várias funcionalidades próprias de dispositivos tácteis.
Os ícones deram lugar às tiles mas existe uma grau de liberdade bem maior do que no Windows Phone 7. Estas podem conter informação genérica, relacionada com a aplicação que ‘representam’ e adoptar um esquema de cores próprio, ícones animados e imagens de fundo para que se distingam facilmente umas das outras.

O Lock Screen segue os ‘ensinamentos’ dos smartphones agrupando um conjunto de informação pertinente sobre um fundo esolhido pelo utilizador e que pode ser alterado automaticamente a cada X minutos.
Uma das características mais interessantes é a possibilidade de se usarem duas aplicações, lado a lado, e copiar informação de uma para a outra ou até mesmo ir alternando entre elas.
O suporte para navegação por gestos, por exemplo, é bastante mais avançado do que tem vindo a ser prometido pela Apple para o iPad ou o existente no WebOS ou Android.
Do WebOS foi também ‘importada’ a possibilidade de se partilhar informação, ficheiros ou conteúdos através de NFC, enquanto tecnologia de conectividade entre dois dispositivos ou como facilitador de ligações ponto a ponto via Bluetooth.

Com o Windows 8 a Microsoft dá o primeiro grande passo para uma estratégia integrada de ‘uma plataforma, vários dispositivos’, unificando vários serviços e experiência num só ponto. A possibilidade de jogos e aplicações serem partilhadas entre computadores, portáteis, tablets, smartphones e a Xbox cria um ecossistema abrangente que dão ao utilizador o poder de escolher qual o formato mais adequado ás suas necessidades.
Há também a possibilidade de sincronizar a informação ao longo de todos os dispositivos que o utilizador tem ou manter a informação armazenada na ‘núvem’, tornando-a acessível a partir de qualquer equipamento com ligação à Internet.
A ambição e confiança é agora grande, com Steve Balmer a considerar que ‘ninguém irá vender mais do que o Windows’, numa clara alusão aos 350 milhões de PCs que serão vendidos este ano. ‘Não há nada entre os telefones, não há nada entre os tablets, não há outro sistema operativo no planeta que que consiga atingir os 350 milhões de unidades vendidas num ano para além do Windows’.
Os analistas são um pouco mais cautelosos e apontam para a possibilidade da Microsoft vir a deter 15% do mercado dos tablets em 2014, o que é uma grande evolução face aos números actuais (menos de 1%) mas que não se aproxima do ‘domínio absoluto’ evocado pela empresa.
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