Nos últimos 15 anos a Adobe (inicialmente através da Macromedia) criou um ecossistema de desenvolvimento de jogos e soluções de rich media voltado para a Internet. Neste momento 70% dos jogos disponíveis no serviço Google+ são desenvolvidos em Flash, tal como 9 dos 10 jogos mais populares do Facebook.
A migração gradual que existe dos sistemas de secretária para os dispositivos móveis veio por em causa grande parte do sucesso alcançado já que a experiência Flash nas plataformas móveis está longe de se equiparar à obtida nos equipamentos de maior porte.
O lançamento do Flash 11 e do AIR 3 vem equilibrar um pouco mais a experiência de utilização ao longo das várias plataformas e introduz, pela primeira vez, o suporte para conteúdos 3D no Flash.
Com o objectivo declarado de criar uma alternativa ao Unity ou ao Real Engine, mesmo reconhecendo que se trata de uma ferramenta de desenvolvimento e não um verdadeiro framework de jogos pronto a utilizar, a Adobe tem os olhos postos naquilo que designa de ‘Next-Generation Console’.
A estratégia mobile é agora um dos vectores chave da empresa e uma das áreas onde o Flash e o AIR mais ‘cresceram’. Os jogos baseados na tecnologia Stage3D podem ainda contar com aceleração gráfica proporcionada por coprocessadores gráficos ou processadores dual-core e quad-core.
As extensões disponíveis para o AIR 3 permitem um melhor aproveitamento dos componentes físicos existentes no dispositivo onde a aplicação está a ser usada. O acesso aos sensores de movimento, iluminação ou inclinação, ao receptor GPS, ao motor de vibração, ao estado da bateria, a ecrãs múltiplos ou até ao NFC dão a possibilidade de se criarem aplicações avançadas e ajustadas ás funcionalidades dos smartphones e tablets actuais.
Com a nova versão é também possível criar-se um pacote de instalação auto-suficiente, isto é, que não depende da instalação prévia dos runtimes do AIR ou do Flash Player para que funcione.
A migração gradual que existe dos sistemas de secretária para os dispositivos móveis veio por em causa grande parte do sucesso alcançado já que a experiência Flash nas plataformas móveis está longe de se equiparar à obtida nos equipamentos de maior porte.
O lançamento do Flash 11 e do AIR 3 vem equilibrar um pouco mais a experiência de utilização ao longo das várias plataformas e introduz, pela primeira vez, o suporte para conteúdos 3D no Flash.
Com o objectivo declarado de criar uma alternativa ao Unity ou ao Real Engine, mesmo reconhecendo que se trata de uma ferramenta de desenvolvimento e não um verdadeiro framework de jogos pronto a utilizar, a Adobe tem os olhos postos naquilo que designa de ‘Next-Generation Console’.
A estratégia mobile é agora um dos vectores chave da empresa e uma das áreas onde o Flash e o AIR mais ‘cresceram’. Os jogos baseados na tecnologia Stage3D podem ainda contar com aceleração gráfica proporcionada por coprocessadores gráficos ou processadores dual-core e quad-core.
As extensões disponíveis para o AIR 3 permitem um melhor aproveitamento dos componentes físicos existentes no dispositivo onde a aplicação está a ser usada. O acesso aos sensores de movimento, iluminação ou inclinação, ao receptor GPS, ao motor de vibração, ao estado da bateria, a ecrãs múltiplos ou até ao NFC dão a possibilidade de se criarem aplicações avançadas e ajustadas ás funcionalidades dos smartphones e tablets actuais.
Com a nova versão é também possível criar-se um pacote de instalação auto-suficiente, isto é, que não depende da instalação prévia dos runtimes do AIR ou do Flash Player para que funcione.
Esta notícia já foi consultada 9365 vezes




