Se faz parte daquele grupo de utilizadores que considera que o Google Docs não é suficientemente evoluído para satisfazer as suas necessidades e não está disposto a pagar os $15 pedidos pelo QuickOffcie ou soluções similares, a solução poderá não estar muito distante.
Foi em Junho que a equipa de desenvolvimento admitiu que estava a considerar a possibilidade de experimentar se seria possível compilar o código base da nova versão do Libré Office para outras plataformas, nomeadamente para o Android e para o iOS.
Um mês depois a equipa já estava a fazer testes no emulador do iOS.

O projecto promovido pela Document Foundation, criado há cerca de um ano após a Oracle ter adquirido a Sun e de ter começado a pairar sobre o OpenOffice a sombra de o tornar num produto comercial ou simplesmente terminar o investimento no seu desenvolvimento, enfrenta vários desafios antes de chegar aos dispositivos Android e iOS e nem todos eles são de carácter técnico.
O facto de ser distribuído sob licença LGPLv3 obriga a que todos os canais de distribuição sejam também eles livres e que os utilizadores possam partilhar livremente as aplicações entre eles, algo que vai completamente contra a política da App Store da Apple e, em parte, do Android Market.
A versão para Android deverá estar concluída em 2012, inicialmente desenvolvida a pensar nos tablets e posteriormente alargada também aos smartphones, mas provavelmente será distribuída directamente a partir do website da fundação e não do Android Market por questões relacionadas com o modelo de licenciamento.
Foi em Junho que a equipa de desenvolvimento admitiu que estava a considerar a possibilidade de experimentar se seria possível compilar o código base da nova versão do Libré Office para outras plataformas, nomeadamente para o Android e para o iOS.
Um mês depois a equipa já estava a fazer testes no emulador do iOS.

O projecto promovido pela Document Foundation, criado há cerca de um ano após a Oracle ter adquirido a Sun e de ter começado a pairar sobre o OpenOffice a sombra de o tornar num produto comercial ou simplesmente terminar o investimento no seu desenvolvimento, enfrenta vários desafios antes de chegar aos dispositivos Android e iOS e nem todos eles são de carácter técnico.
O facto de ser distribuído sob licença LGPLv3 obriga a que todos os canais de distribuição sejam também eles livres e que os utilizadores possam partilhar livremente as aplicações entre eles, algo que vai completamente contra a política da App Store da Apple e, em parte, do Android Market.
A versão para Android deverá estar concluída em 2012, inicialmente desenvolvida a pensar nos tablets e posteriormente alargada também aos smartphones, mas provavelmente será distribuída directamente a partir do website da fundação e não do Android Market por questões relacionadas com o modelo de licenciamento.
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