A Compal é o décimo fabricante de dispositivos Android a chegar a acordo com a Microsoft para licenciar tecnologia que está a ser usada, alegadamente, sem a devida autorização na plataforma móvel da Google.
Depois da Quantas, também ela um dos grande fabricante ODM asiáticos, é a vez da Compal seguir o mesmo caminho e assinar um acordo com a Microsoft que prevê o pagamento de uma ‘taxa’ por cada smartphone, tablet, eReader ou outro formato de dispositivo Android que sair das suas fábricas.

Com a aproximação do lançamento dos primeiros Nokia baseados no Windows Phone 7, que se diz virem a ser fabricados pela Compal, a Microsoft ganhou um elemento de pressão para ‘forçar’ o segundo maior fabricante mundial de dispositivos electrónicos a chegar a um acordo.
Com as ‘contribuições’ da Compal, que detém um volume de facturação na ordem dos 28 000 milhões de dólares anuais, a Microsoft irá facturar perto de 440 milhões de dólares anuais em royalties envolvendo a plataforma Android (substancialmente mais do lucro gerado pelo Windows Phone 7).
Com este acordo, 53% dos terminais Android passam a contar com tecnologia Microsoft oficialmente licenciada, ‘escapando’ apenas os eReader da Barnes & Noble, os dispositivos da Motorola (presentemente a um passo de ser integrada na Google) e dois dos maiores ODMs asiáticos: a Foxconn (que fabrica o iPhone e o iPad) e a Inventec.
Depois da Quantas, também ela um dos grande fabricante ODM asiáticos, é a vez da Compal seguir o mesmo caminho e assinar um acordo com a Microsoft que prevê o pagamento de uma ‘taxa’ por cada smartphone, tablet, eReader ou outro formato de dispositivo Android que sair das suas fábricas.

Com a aproximação do lançamento dos primeiros Nokia baseados no Windows Phone 7, que se diz virem a ser fabricados pela Compal, a Microsoft ganhou um elemento de pressão para ‘forçar’ o segundo maior fabricante mundial de dispositivos electrónicos a chegar a um acordo.
Com as ‘contribuições’ da Compal, que detém um volume de facturação na ordem dos 28 000 milhões de dólares anuais, a Microsoft irá facturar perto de 440 milhões de dólares anuais em royalties envolvendo a plataforma Android (substancialmente mais do lucro gerado pelo Windows Phone 7).
Com este acordo, 53% dos terminais Android passam a contar com tecnologia Microsoft oficialmente licenciada, ‘escapando’ apenas os eReader da Barnes & Noble, os dispositivos da Motorola (presentemente a um passo de ser integrada na Google) e dois dos maiores ODMs asiáticos: a Foxconn (que fabrica o iPhone e o iPad) e a Inventec.
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