2011 irá ficar na história da Samsung como ‘o ano em que a companhia coreana ascendeu à liderança do segmento móvel’. A reestruturação da estratégia da companhia, que há dois anos lançava no mercado praticamente um novo modelo a cada dia que passava, permitiu à Samsung focar-se mais em certos produtos e alavancar as vendas.

A disputa da liderança do mercado, com a Nokia em termos de volume global e com a Apple no segmento dos smartphone, tem vindo a `ser favorável à companhia coreana que conseguiu colocar no mercado, durante 2011, vários modelos de sucesso.
A linha Galaxy S, na qual se inclui o modelo original e o novo Galaxy S II, já ultrapassou os 10 milhões de unidades vendidas, a gama Wave (com Bada OS) tem vindo a vender bem e a linha de terminais básicos Dual SIM continua a ser extremamente popular.
2012 afigura-se ainda mais auspicioso para a Samsung perante o anunciado crescimento do Android, a introdução das várias linhas Galaxy em diversos mercados, a maior maturidade dos modelos baseados no Bada OS e a eventual chegada das plataformas Windows 8 e Tizen. A única ‘nuvem’ que paira sobre este cenário são as várias batalhas jurídicas em que a Samsung se encontra envolvida. Independentemente da evolução e do desfecho das mesmas, a companhia coreana já ‘pôs de lado’ cerca de 200 milhões de dólares para custear as despesas jurídicas.

A disputa da liderança do mercado, com a Nokia em termos de volume global e com a Apple no segmento dos smartphone, tem vindo a `ser favorável à companhia coreana que conseguiu colocar no mercado, durante 2011, vários modelos de sucesso.
A linha Galaxy S, na qual se inclui o modelo original e o novo Galaxy S II, já ultrapassou os 10 milhões de unidades vendidas, a gama Wave (com Bada OS) tem vindo a vender bem e a linha de terminais básicos Dual SIM continua a ser extremamente popular.
2012 afigura-se ainda mais auspicioso para a Samsung perante o anunciado crescimento do Android, a introdução das várias linhas Galaxy em diversos mercados, a maior maturidade dos modelos baseados no Bada OS e a eventual chegada das plataformas Windows 8 e Tizen. A única ‘nuvem’ que paira sobre este cenário são as várias batalhas jurídicas em que a Samsung se encontra envolvida. Independentemente da evolução e do desfecho das mesmas, a companhia coreana já ‘pôs de lado’ cerca de 200 milhões de dólares para custear as despesas jurídicas.
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