É cada vez mais clara a influência do mercado chinês na estratégia comercial dos principais produtores de dispositivos móveis. Mesmo dispondo de uma norma própria para as redes 3G (o TCDMA), que lhe permite ‘contornar’ as patentes existentes para esse tipo de tecnologia, o mercado chinês está a assumir uma importância vital até para quem apenas dispõe de soluções UMTS e CDMA no seu catálogo.

De acordo com os dados publicados pela Flurry, uma empresa de análise e monitorização de mercado e tendências, a China já bateu o mercado norte-americano em termos de activações de dispositivos baseados no Android e no iOS.
Há um ano, a China ocupava o 8º lugar no ranking de activações, na altura apenas com 8% do volume global, enquanto que os EUA lideravam a tabela com 28% das activações globais. Apesar de existirem mais do dobro de smartphones activos nos EUA, o mercado Chinês está a crescer a um ritmo que rapidamente lhe permitirá alcançar a liderança em vários sectores.
Para além das activações de terminais (equivalentes a vendas unitárias), o mercado chinês também já encabeça a lista de países com maior crescimento na taxa de utilização de aplicações -1126% - superando a Argentina, Filipinas e Rússia que são registaram crescimentos de 599%, 546%, 514% respectivamente.

De acordo com os dados publicados pela Flurry, uma empresa de análise e monitorização de mercado e tendências, a China já bateu o mercado norte-americano em termos de activações de dispositivos baseados no Android e no iOS.
Há um ano, a China ocupava o 8º lugar no ranking de activações, na altura apenas com 8% do volume global, enquanto que os EUA lideravam a tabela com 28% das activações globais. Apesar de existirem mais do dobro de smartphones activos nos EUA, o mercado Chinês está a crescer a um ritmo que rapidamente lhe permitirá alcançar a liderança em vários sectores.
Para além das activações de terminais (equivalentes a vendas unitárias), o mercado chinês também já encabeça a lista de países com maior crescimento na taxa de utilização de aplicações -1126% - superando a Argentina, Filipinas e Rússia que são registaram crescimentos de 599%, 546%, 514% respectivamente.
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