Praticamente na mesma altura em que a Nokia avançava para os tribunais com acusações contra a HTC, Viwesonic e RIM por alegada utilização não autorizada de tecnologia patenteada, a companhia finlandesa era ela própria alvo de um processo judicial.
Um grupo de accionistas, representado pela firma de advogados Robbins Geller Rudman & Dowd e encabeçado por Robert Chmielinski, decidiu avançar com uma queixa contra a Nokia por esta ter ‘emitido um conjunto de declarações falsas e que conduziram de uma forma enganosa os accionistas a acreditarem que a adopção da plataforma Windows Phone seria coroada de sucesso’.
O grupo procura também uma indemnização pelos prejuízos resultantes da má execução da estratégia previamente definida e que seja colocado um ponto final na estratégia de adopção do Windows Phone.
A acusação alega que ‘desde Outubro que nos tem sido garantido que a conversão para a plataforma Windows Phone iria evitar que a posição da Nokia no mercado se continuasse a deteriorar a um ritmo acelerado’.
O anúncio dos resultados do primeiro trimestre, a 11 de Abril, veio confirmar que a direcção delineada não estava a conduzir à recuperação esperada e que ‘o problema detectado no Nokia Lumia 900, e a consequente indemnização de $100 a todos os clientes que o compraram, fizeram com que o terminal fosse distribuído quase gratuitamente’.
A Nokia já emitiu um comunicado onde afirma que ‘analisou as queixas contidas no documento apresentado e que não encontra qualquer mérito nas mesmas’. A companhia finlandesa assegura que irá defender-se em tribunal contra estas ‘alegações infundadas’.
Um grupo de accionistas, representado pela firma de advogados Robbins Geller Rudman & Dowd e encabeçado por Robert Chmielinski, decidiu avançar com uma queixa contra a Nokia por esta ter ‘emitido um conjunto de declarações falsas e que conduziram de uma forma enganosa os accionistas a acreditarem que a adopção da plataforma Windows Phone seria coroada de sucesso’.
O grupo procura também uma indemnização pelos prejuízos resultantes da má execução da estratégia previamente definida e que seja colocado um ponto final na estratégia de adopção do Windows Phone.
A acusação alega que ‘desde Outubro que nos tem sido garantido que a conversão para a plataforma Windows Phone iria evitar que a posição da Nokia no mercado se continuasse a deteriorar a um ritmo acelerado’.
O anúncio dos resultados do primeiro trimestre, a 11 de Abril, veio confirmar que a direcção delineada não estava a conduzir à recuperação esperada e que ‘o problema detectado no Nokia Lumia 900, e a consequente indemnização de $100 a todos os clientes que o compraram, fizeram com que o terminal fosse distribuído quase gratuitamente’.
A Nokia já emitiu um comunicado onde afirma que ‘analisou as queixas contidas no documento apresentado e que não encontra qualquer mérito nas mesmas’. A companhia finlandesa assegura que irá defender-se em tribunal contra estas ‘alegações infundadas’.
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