A capacidade de consultar, criar e editar documentos MS Word, Excel ou Powerpoint é uma das pedras-chave na estratégia de mobilidade empresarial. Num óptica corporativa é fundamental que o funcionário colocado no terreno tenha a possibilidade de receber via e-mail este género de documentos, que os possa consultar e alterar no próprio terminal e depois (re)enviá-los para terceiros.
A falta deste tipo de suporte estava a penalizar a utilização do iPhone em cenários profissionais, mas isso é um problema do passado já que a QuickOffice apresentou a primeira suite de aplicações compatíveis com os formatos MS Office para a plataforma móvel da Apple. O pacote é composto pelo Quicksheet, Quickword e Quickoffice Files mas cada um destes produtos pode ser adquiridos individualmente.

A lista de funcionalidades é muito longa mas o que pode ser retido é que estamos perante um pacote de software bastante avançado, devidamente adaptado para tirar partido das características do iPhone mas com algum espaço para melhoramentos.
Uma vez que a versão 3.0 do iPhoneOS ainda não se encontra em distribuição, os técnicos da Quickoffice tiveram que criar a sua própria solução para permitir copiar e colar blocos de texto ou células. A adequação ao iPhone pode ser encontrada na forma como é possível ampliar ou reduzir certas partes dos documento (usando gestos executados com dois dedos) ou na estratégia encontrada para contornar a falta de suporte para multi-tasking do iPhone. Quando é necessário fechar o Quickoffice para se utilizar outra aplicação, a posição e estado documento que se encontrava a ser editado são guardados e repostos automaticamente da próxima vez que usar este pacote.
Para o utilizador parece que o Quickoffice foi minimizado enquanto ele executava outra acção.
Há ainda a função de Auto-Save em modo background que o protege de problemas como uma progressiva falta de energia ou a necessidade de utilizar outra aplicação rapidamente.
Apesar de tudo não estamos perante um produto perfeito e que seguramente irá receber uma actualização brevemente. A interligação com o teclado virtual não é efectuada da mesma forma no Quicksheet e no Quickword, com o segundo a não dispor de um preditor de texto e a apresentar um funcionamento incoerente.
A impossibilidade de extrair os documentos das mensagens de correio electrónicas limita muito a sua forma de funcionar já que obriga à existencial de uma conta MobileMe ou a ligar o terminal a um computador de secretária para se aceder ou partilhar os ficheiros em questão.
E é claro, continua a faltar o suporte para os ficheiros Powerpoint e iWork.
A falta deste tipo de suporte estava a penalizar a utilização do iPhone em cenários profissionais, mas isso é um problema do passado já que a QuickOffice apresentou a primeira suite de aplicações compatíveis com os formatos MS Office para a plataforma móvel da Apple. O pacote é composto pelo Quicksheet, Quickword e Quickoffice Files mas cada um destes produtos pode ser adquiridos individualmente.

A lista de funcionalidades é muito longa mas o que pode ser retido é que estamos perante um pacote de software bastante avançado, devidamente adaptado para tirar partido das características do iPhone mas com algum espaço para melhoramentos.
Uma vez que a versão 3.0 do iPhoneOS ainda não se encontra em distribuição, os técnicos da Quickoffice tiveram que criar a sua própria solução para permitir copiar e colar blocos de texto ou células. A adequação ao iPhone pode ser encontrada na forma como é possível ampliar ou reduzir certas partes dos documento (usando gestos executados com dois dedos) ou na estratégia encontrada para contornar a falta de suporte para multi-tasking do iPhone. Quando é necessário fechar o Quickoffice para se utilizar outra aplicação, a posição e estado documento que se encontrava a ser editado são guardados e repostos automaticamente da próxima vez que usar este pacote.
Para o utilizador parece que o Quickoffice foi minimizado enquanto ele executava outra acção.
Há ainda a função de Auto-Save em modo background que o protege de problemas como uma progressiva falta de energia ou a necessidade de utilizar outra aplicação rapidamente.
Apesar de tudo não estamos perante um produto perfeito e que seguramente irá receber uma actualização brevemente. A interligação com o teclado virtual não é efectuada da mesma forma no Quicksheet e no Quickword, com o segundo a não dispor de um preditor de texto e a apresentar um funcionamento incoerente.
A impossibilidade de extrair os documentos das mensagens de correio electrónicas limita muito a sua forma de funcionar já que obriga à existencial de uma conta MobileMe ou a ligar o terminal a um computador de secretária para se aceder ou partilhar os ficheiros em questão.
E é claro, continua a faltar o suporte para os ficheiros Powerpoint e iWork.
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