Neste momento não passa de um nome de código - Rosie - mas promete ser um dos elementos fundamentais na estratégia da Google e da HTC em particular. Da mesma forma que o TouchFLO foi o percussor de mudanças profundas na forma como o Windows Mobile é visto, a nova solução para Android deverá ter o mesmo efeito.
No meio do entusiasmo em redor da plataforma móvel criada pela Google alguém se esqueceu de informar os potenciais clientes que o Android partilha vários problemas comuns ao Windows Mobile. Apesar de ser tecnicamente avançado e competente, tem uma imagem crua e pouco sofisticada fazendo lembrar alguns telemóveis de entrada de gama. Tal como no Windows Mobile, não é no ‘coração’ que estão os problemas mas sim na ‘cara’.

E é na ‘cara’ que a HTC pretende mexer, aproveitando ao máximo o que o ‘coração’ tem para oferecer. O Rosie é tudo o que se pode esperar de um terminal móvel moderno não lhe faltando a possibilidade de expansão, a interface cuidada e reactiva a gestos, e os três painéis do ecrã inicial são desdobrados num boa dúzia. É notória a influência do trabalho desenvolvido no TouchFLO, na forma de navegação, nos widgets e na interface em geral.
Ainda que não exista a certeza que estaremos perante um produto da HTC (pode ser a versão 2.0 do Android) as consecutivas referências à marca nos menus intermédio indicam que se deverá tratar de mais um ‘coelho saída da cartola’ da empresa chinesa.
Fonte: Phone Dog
No meio do entusiasmo em redor da plataforma móvel criada pela Google alguém se esqueceu de informar os potenciais clientes que o Android partilha vários problemas comuns ao Windows Mobile. Apesar de ser tecnicamente avançado e competente, tem uma imagem crua e pouco sofisticada fazendo lembrar alguns telemóveis de entrada de gama. Tal como no Windows Mobile, não é no ‘coração’ que estão os problemas mas sim na ‘cara’.

E é na ‘cara’ que a HTC pretende mexer, aproveitando ao máximo o que o ‘coração’ tem para oferecer. O Rosie é tudo o que se pode esperar de um terminal móvel moderno não lhe faltando a possibilidade de expansão, a interface cuidada e reactiva a gestos, e os três painéis do ecrã inicial são desdobrados num boa dúzia. É notória a influência do trabalho desenvolvido no TouchFLO, na forma de navegação, nos widgets e na interface em geral.
Ainda que não exista a certeza que estaremos perante um produto da HTC (pode ser a versão 2.0 do Android) as consecutivas referências à marca nos menus intermédio indicam que se deverá tratar de mais um ‘coelho saída da cartola’ da empresa chinesa.
Fonte: Phone Dog
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