Nos últimos tempos temos assistido a uma corrida ás App Stores com fabricantes, criadores de sistemas operativos e operadoras móveis a investirem fortemente em serviços de distribuição de aplicações e conteúdos.
À medida que estes serviços vão sendo lançados torna-se mais evidente a distância que os separar da solução pioneira criada pela Apple.
Decidir e implementar tem sido mais simples que lançar e manter. Os anúncios sucedem-se, sejam eles meros processos de intenção, sejam soluções finais, mas a qualidade geral ainda não se encontra ao nível a que a Apple nos habituou.
A Ovi Store da Nokia teve um arranque atribulado e mesmo depois do reforço de meios por parte da Nokia ainda continuam a existir várias arestas por limar.
Nem jornalistas tão influentes como Matthew Miller da ZDNet escapam aos problemas que continuam a assolar a App Store da Nokia.
Num artigo publicado recentemente ele dá a conhecer as dificuldades que tem enfrentado com a compra de aplicações através da Ovi Store.
Começa logo pela informação incorrecta prestada pelos fornecedores acerca dos dispositivos suportados pela aplicação A e B e agrava-se quando chega a hora do cliente pedir um reembolso já que o produto adquirido não corresponde ao anunciado.
Processos longos e complexos, que acabam por ser redireccionados para as autores do software (que só irão receber o valor cobrado pela Nokia ao cliente 45 a 60 dias depois) não são o único problema.
Quem enfrentar problemas com o seu telemóvel e tiver que o reinicializar irá perder as aplicações já que estas não estão disponíveis para serem novamente descarregadas (as lojas concorrentes admitem pelo menos 5 descargas adicionais) nem podem ser guardadas num outro suporte externo para evitar este tipo de situação.
A indústria de software, que vende licenças de utilização e não aplicações como normalmente se pensa (o cliente não pode copiar ou revender um aplicação pois apenas detém o direito de a utilizar), não pode reclamar da pirataria informática existente se for ela a primeira a quebrar as regras que impõe.
Fonte: Matthew Miller Blog
À medida que estes serviços vão sendo lançados torna-se mais evidente a distância que os separar da solução pioneira criada pela Apple.
Decidir e implementar tem sido mais simples que lançar e manter. Os anúncios sucedem-se, sejam eles meros processos de intenção, sejam soluções finais, mas a qualidade geral ainda não se encontra ao nível a que a Apple nos habituou.
A Ovi Store da Nokia teve um arranque atribulado e mesmo depois do reforço de meios por parte da Nokia ainda continuam a existir várias arestas por limar.
Nem jornalistas tão influentes como Matthew Miller da ZDNet escapam aos problemas que continuam a assolar a App Store da Nokia.
Num artigo publicado recentemente ele dá a conhecer as dificuldades que tem enfrentado com a compra de aplicações através da Ovi Store.
Começa logo pela informação incorrecta prestada pelos fornecedores acerca dos dispositivos suportados pela aplicação A e B e agrava-se quando chega a hora do cliente pedir um reembolso já que o produto adquirido não corresponde ao anunciado.
Processos longos e complexos, que acabam por ser redireccionados para as autores do software (que só irão receber o valor cobrado pela Nokia ao cliente 45 a 60 dias depois) não são o único problema.
Quem enfrentar problemas com o seu telemóvel e tiver que o reinicializar irá perder as aplicações já que estas não estão disponíveis para serem novamente descarregadas (as lojas concorrentes admitem pelo menos 5 descargas adicionais) nem podem ser guardadas num outro suporte externo para evitar este tipo de situação.
A indústria de software, que vende licenças de utilização e não aplicações como normalmente se pensa (o cliente não pode copiar ou revender um aplicação pois apenas detém o direito de a utilizar), não pode reclamar da pirataria informática existente se for ela a primeira a quebrar as regras que impõe.
Fonte: Matthew Miller Blog
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