Quase ninguém esperava que a carta de Cease and Desist enviada pelos advogados da Google a um reputado modder de ROM Android pudesse vir a ter este desfecho.
Perante a revolta da comunidade de utilizadores, a quem o Android foi apresentado como um projecto open-source, a Google teve que explicar que apenas o sistema operativo é livre e que as aplicações que ostentam o seu logótipo não o são. Isto implica desde logo que a plataforma Android, tal como a conhecemos actualmente é apenas parcialmente open-source.
Quem não gostou muito desta ‘separação de águas’ foi um grupo de utilizadores, auto-denominado Open Android Alliance(1), que pretendem agora que sejam criadas uma série de aplicações alternativas. Estas aplicações deverão oferecer o mesmo género de funcionalidade que as da Google, mas serão verdadeiramente open-source e poderão ser usadas por qualquer entidade ou individuo sem qualquer tipo de restrições.
Num movimento afirma ser ‘Pro-Android (e não Anti-Google) e já está a trabalhar numas quantas aplicações, contando com a ajuda do percursor de todos este processo – Cyanogen.
A Google acaba por perder influência num projecto que conceber, criou e desenvolveu desde raiz, arriscando-se a que o Android se venha a seguir o mesmo caminho que o Linux, onde existem várias interpretações do que é e do que deveria ser. Se já existia uma grande risco de fragmentação do Android perante as várias Interfaces gráficas criadas pela HTC, Samsung, Motorola, Sony-Ericsson e China Mobile, a existência de mais uma versão completamente livre poderá contribuir ainda mais para o desmembramento do projecto.
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(1) - não confundir com Open Handset Alliance que é a entidade que dirige os destinos da plataforma Android e conta com vários membros, entre os quais se encontra a Google.
Perante a revolta da comunidade de utilizadores, a quem o Android foi apresentado como um projecto open-source, a Google teve que explicar que apenas o sistema operativo é livre e que as aplicações que ostentam o seu logótipo não o são. Isto implica desde logo que a plataforma Android, tal como a conhecemos actualmente é apenas parcialmente open-source.
Quem não gostou muito desta ‘separação de águas’ foi um grupo de utilizadores, auto-denominado Open Android Alliance(1), que pretendem agora que sejam criadas uma série de aplicações alternativas. Estas aplicações deverão oferecer o mesmo género de funcionalidade que as da Google, mas serão verdadeiramente open-source e poderão ser usadas por qualquer entidade ou individuo sem qualquer tipo de restrições.
Num movimento afirma ser ‘Pro-Android (e não Anti-Google) e já está a trabalhar numas quantas aplicações, contando com a ajuda do percursor de todos este processo – Cyanogen.
- Estrutura de sincronização de Contactos,
- Calendário,
- Assistente de Instalação,
- Alternativa ao Android Market,
- Cliente Instant Messaging,
- Cliente e-Mail,
- Cliente YouTube,
- Aplicação de navegação por GPS (ou triangulação de antenas),
A Google acaba por perder influência num projecto que conceber, criou e desenvolveu desde raiz, arriscando-se a que o Android se venha a seguir o mesmo caminho que o Linux, onde existem várias interpretações do que é e do que deveria ser. Se já existia uma grande risco de fragmentação do Android perante as várias Interfaces gráficas criadas pela HTC, Samsung, Motorola, Sony-Ericsson e China Mobile, a existência de mais uma versão completamente livre poderá contribuir ainda mais para o desmembramento do projecto.
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(1) - não confundir com Open Handset Alliance que é a entidade que dirige os destinos da plataforma Android e conta com vários membros, entre os quais se encontra a Google.
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