As vendas do Android têm sido alavancadas por um conjunto de terminais de características avançadas que têm contribuído também para o bom nome da plataforma. Ecrãs generosos, processadores potentes, vários tipos de conectividade e receptores GPS integrados fazem parte das especificações base de vários modelos da Motorola, Samsung e HTC.

A maior falha deste modelos é disporem de uma autonomia bastante reduzida mesmo quando usados de uma forma muito moderada. Estas características, que não é transversal a todos os modelos, poderá estar relacionada, segundo a própria Google, com a forma como os dispositivos são usados. Mais concretamente, com certas aplicações.
Larry Page, um dos fundadores da Google, defendeu o sistema de gestão de energia do Android alegando que ‘se não conseguir obter um dia inteiro de autonomia, então algo está errado com o seu dispositivo’.
Ao descartar desde logo que o problema poderá ter origem no próprio sistema operativo ou nos componentes do equipamentos, a Google lança a responsabilidade deste problema para cima dos programadores externos que estão a desenvolver ‘más aplicações’. Um dos motivos apontados pelo responsável da Google para os problemas consistentes de autonomia são a existencial de várias aplicações a correrem em segundo plano que consomem energia sem que isso seja evidente para o utilizador.
De uma forma desastrada, a Google não só rotulou os criadores de aplicações Android de incompetentes, como também demonstrou que a solução da Apple, onde não existem aplicações a correm em segundo plano, é mais eficiente quando se tem apenas o consumo de energia em conta.

A maior falha deste modelos é disporem de uma autonomia bastante reduzida mesmo quando usados de uma forma muito moderada. Estas características, que não é transversal a todos os modelos, poderá estar relacionada, segundo a própria Google, com a forma como os dispositivos são usados. Mais concretamente, com certas aplicações.
Larry Page, um dos fundadores da Google, defendeu o sistema de gestão de energia do Android alegando que ‘se não conseguir obter um dia inteiro de autonomia, então algo está errado com o seu dispositivo’.
Ao descartar desde logo que o problema poderá ter origem no próprio sistema operativo ou nos componentes do equipamentos, a Google lança a responsabilidade deste problema para cima dos programadores externos que estão a desenvolver ‘más aplicações’. Um dos motivos apontados pelo responsável da Google para os problemas consistentes de autonomia são a existencial de várias aplicações a correrem em segundo plano que consomem energia sem que isso seja evidente para o utilizador.
De uma forma desastrada, a Google não só rotulou os criadores de aplicações Android de incompetentes, como também demonstrou que a solução da Apple, onde não existem aplicações a correm em segundo plano, é mais eficiente quando se tem apenas o consumo de energia em conta.
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