A aventura da Google no reino dos terminais móveis não teve o sucesso que a marca americana desejava. Por mais que esta insista que o Nexus One destinava-se apenas a demonstrar as capacidade do Android quando usado num dispositivo ‘capaz’, não é possível deixar de se classificar todo o processo como um insucesso.
Para colocar um termo aos rumores que indicavam o lançamento eminente do Nexus Two, o CEO da Google clarificou que a empresa não tem planos para lançar um novo terminal, nem a curto, nem a longo prazo.
“A ideia, há um ano e meio, era usar o Nexus One para fazer a industria do hardware móvel evoluir. E foi claro que o conseguimos. O sucesso foi tão grande que não necessitamos de fazer um segundo modelo.
Nós encaramos isso como um facto positivo mas estamos a ser criticados por toda a gente. Eu reuni o conselho de administração e disse: ‘Ok, resultou. Parabéns, mas é hora de pararmos’”.

As dificuldades que a Google enfrentou para vender o Nexus One, inicialmente por achar que seria suficiente manter uma loja Online e depois por não ter estabelecido parcerias com várias operadoras móveis locais no sentido de colocar o terminal à venda com subsidiação, indicam claramente que a empresa não está dimensionada para esse tipo de tarefa.
O abandono do negócio do hardware é uma consequência lógica da sua inoperância nesse sector, acabando por ser mais produtivo e rentável apoiar os verdadeiros fabricantes na concepção, promoção e distribuição dos seus terminais.
Com os principais fabricantes de smartphones a apostarem na sua plataforma, a Google pode deixar a ‘linha da frente’ e investir no melhoramento da plataforma base de forma a oferecer-lhes um produto cada vez mais completo e competitivo.
Para colocar um termo aos rumores que indicavam o lançamento eminente do Nexus Two, o CEO da Google clarificou que a empresa não tem planos para lançar um novo terminal, nem a curto, nem a longo prazo.
“A ideia, há um ano e meio, era usar o Nexus One para fazer a industria do hardware móvel evoluir. E foi claro que o conseguimos. O sucesso foi tão grande que não necessitamos de fazer um segundo modelo.
Nós encaramos isso como um facto positivo mas estamos a ser criticados por toda a gente. Eu reuni o conselho de administração e disse: ‘Ok, resultou. Parabéns, mas é hora de pararmos’”.

As dificuldades que a Google enfrentou para vender o Nexus One, inicialmente por achar que seria suficiente manter uma loja Online e depois por não ter estabelecido parcerias com várias operadoras móveis locais no sentido de colocar o terminal à venda com subsidiação, indicam claramente que a empresa não está dimensionada para esse tipo de tarefa.
O abandono do negócio do hardware é uma consequência lógica da sua inoperância nesse sector, acabando por ser mais produtivo e rentável apoiar os verdadeiros fabricantes na concepção, promoção e distribuição dos seus terminais.
Com os principais fabricantes de smartphones a apostarem na sua plataforma, a Google pode deixar a ‘linha da frente’ e investir no melhoramento da plataforma base de forma a oferecer-lhes um produto cada vez mais completo e competitivo.
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