É difícil traçar um quadro de sucesso ou falhanço tendo em conta apenas os primeiros dias de comercialização de um novo terminal ou plataforma. Há sempre que afirme que existem vários factores que condicionam as vendas, como a existencial de stocks muito baixo, o dia da semana em que o lançamento é feito ou até a cobertura mediática que é feita nos dias anteriores.
É claro que tudo isto depende essencialmente de quem é responsável pelo lançamento, já que pode escolher a altura mais adequada, certificar-se que existem unidades suficientes em stock ou que a campanha de marketing arranca a tempo de ter efeito.
O primeiro dia de comercialização do Windows Phone 7 nos EUA, um dos mercado onde a Microsoft dispõe (dispunha) de uma boa quota de mercado, saldou-se em ‘apenas’ 40 000 unidades vendidas. Mesmo pondo de lado o iPhone, que normalmente vende mais de 1 milhão de unidades nos primeiros dias de comercialização, e olhando para alguns dos terminais lançados no mercado recentemente não é possível deixar de considerar que são números muito modestos.
A título de exemplo, a imprensa norte-americana considerou ‘meio falhanço’ o lançamento do Blackberry Torch, o primeiro terminal híbrido (teclado e touch) da RIM quando só conseguiu escoar 150 000 unidades num fim-de-semana. O primeiro dos Motorola Droid conseguiu vender 200 000 unidades em período idêntico e ao fim de um mês já tinha ultrapassado o milhão de unidades vendidas e as críticas não se fizeram esperar.
Os inúmeros problemas detectados em vários terminais Windows Phone 7, desde o mau funcionamento do módulo WiFi do Dell Venue Pro até aos problemas das câmaras dos HTC, podem ter afectado as vendas nos EUA, mas tendo em conta que a Microsoft tenciona distribuir 89 000 terminais Windows Phone 7 pelos seus próprios funcionários (e a Dell irá auto-consumir mais 25 000) não há como evitar a dura realidade.
É claro que tudo isto depende essencialmente de quem é responsável pelo lançamento, já que pode escolher a altura mais adequada, certificar-se que existem unidades suficientes em stock ou que a campanha de marketing arranca a tempo de ter efeito.
O primeiro dia de comercialização do Windows Phone 7 nos EUA, um dos mercado onde a Microsoft dispõe (dispunha) de uma boa quota de mercado, saldou-se em ‘apenas’ 40 000 unidades vendidas. Mesmo pondo de lado o iPhone, que normalmente vende mais de 1 milhão de unidades nos primeiros dias de comercialização, e olhando para alguns dos terminais lançados no mercado recentemente não é possível deixar de considerar que são números muito modestos.
A título de exemplo, a imprensa norte-americana considerou ‘meio falhanço’ o lançamento do Blackberry Torch, o primeiro terminal híbrido (teclado e touch) da RIM quando só conseguiu escoar 150 000 unidades num fim-de-semana. O primeiro dos Motorola Droid conseguiu vender 200 000 unidades em período idêntico e ao fim de um mês já tinha ultrapassado o milhão de unidades vendidas e as críticas não se fizeram esperar.
Os inúmeros problemas detectados em vários terminais Windows Phone 7, desde o mau funcionamento do módulo WiFi do Dell Venue Pro até aos problemas das câmaras dos HTC, podem ter afectado as vendas nos EUA, mas tendo em conta que a Microsoft tenciona distribuir 89 000 terminais Windows Phone 7 pelos seus próprios funcionários (e a Dell irá auto-consumir mais 25 000) não há como evitar a dura realidade.
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