Ao contrário da concorrência, a Samsung tem conseguido antecipar as movimentações e apostado nas plataformas certas no momento certo. O lançamento da plataforma BadaOS veio dar-lhe argumentos no segmento de entrada de gama e um grau de liberdade que não poderia alcançar caso recorresse a soluções criadas por terceiras e o Android ajudou-a a cimentar a sua posição no mercado.
Ao que parece tudo isso são tempos passados já que a empresa coreana se prepara para investir, durante 2’011, mais fortemente no Windows Phone 7.

Sitthichoke Nopchinabutra, um dos responsáveis da Samsung Tailândia, anunciou que a marca tenciona lançar durante o próximo anos entre 15 e 20 novos modelos. Ainda que não tenha especificado como será dividida a nova gama entre as três plataformas que usa actualmente (o Symbian foi recentemente descontinuado), Nopchinabutra é bem claro na definição das proporções de fabrico.
Por cada 50 terminais Windows Phone 7 fabricados, a marca coreana irá também produzir 24 baseados em Android e 5 baseados em BadaOS, o que representa uma viragem de direcção muito significativa.
Esta situação torna-se ainda mais incompreensível quando se olha para a gama actual da Samsung onde pontificam dois grandes sucessos de vendas baseados em Android: o Galaxy S e o Galaxy Tab. Ainda que se admissível que o Android possa ser ‘promovido’ a uma gama de dispositivos mais completa (tablets), é pouco provável que a Samsung possa desistir de um momento para o outro do investimento que fez no Android e no BadaOS e que só agora começa a dar frutos.
A proximidade do lançamento do Google Nexus S fabricado pela Samsung e pela segunda geração do Galaxy S, que se diz poderá contar com processadores com velocidades superiores a 1 GHz e um ecrã de 4.3 polegadas com resolução superior à do iPhone 4, deverá lançar alguma luz sobre esta questão, mas a serem verdade estas afirmações, a gama da Samsung irá mudar. Muito.
A redução do número de terminais Android e BadaOS implica, entre outras coisas, um desinvestimento no segmento de entrada de gama, já que as especificações impostas pela Microsoft para os terminais Windows Phone 7 não o permitem descer tão baixo.
Ao que parece tudo isso são tempos passados já que a empresa coreana se prepara para investir, durante 2’011, mais fortemente no Windows Phone 7.

Sitthichoke Nopchinabutra, um dos responsáveis da Samsung Tailândia, anunciou que a marca tenciona lançar durante o próximo anos entre 15 e 20 novos modelos. Ainda que não tenha especificado como será dividida a nova gama entre as três plataformas que usa actualmente (o Symbian foi recentemente descontinuado), Nopchinabutra é bem claro na definição das proporções de fabrico.
Por cada 50 terminais Windows Phone 7 fabricados, a marca coreana irá também produzir 24 baseados em Android e 5 baseados em BadaOS, o que representa uma viragem de direcção muito significativa.
Esta situação torna-se ainda mais incompreensível quando se olha para a gama actual da Samsung onde pontificam dois grandes sucessos de vendas baseados em Android: o Galaxy S e o Galaxy Tab. Ainda que se admissível que o Android possa ser ‘promovido’ a uma gama de dispositivos mais completa (tablets), é pouco provável que a Samsung possa desistir de um momento para o outro do investimento que fez no Android e no BadaOS e que só agora começa a dar frutos.
A proximidade do lançamento do Google Nexus S fabricado pela Samsung e pela segunda geração do Galaxy S, que se diz poderá contar com processadores com velocidades superiores a 1 GHz e um ecrã de 4.3 polegadas com resolução superior à do iPhone 4, deverá lançar alguma luz sobre esta questão, mas a serem verdade estas afirmações, a gama da Samsung irá mudar. Muito.
A redução do número de terminais Android e BadaOS implica, entre outras coisas, um desinvestimento no segmento de entrada de gama, já que as especificações impostas pela Microsoft para os terminais Windows Phone 7 não o permitem descer tão baixo.
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