A batalha jurídica que opõe a Samsung e a Apple conheceu mais um episódio insólito. Para fundamentar a sua argumentação de que a Apple não tem direitos sobre o desenho, formato e funcionalidade dos tabelts, a Samsung encontrou uma ‘prova documental’ da sua existência (ainda que apenas concepcional) já em 1968 (!!).

A ‘prova documental’ é um dos filmes mais conhecidos do realizador Stanley Kubrick e dá pelo nome de ‘2001 – Odisseia no Espaço’. Baseado num clássico de Arthur C. Clark, o filme mostra, a certa altura, dois astronautas à mesa a comerem enquanto usam um tablet. Já em 1968 os tablets eram caracterizados pelos seus enormes ecrãs tácteis, por serem extremamente finos, por disporem de uma espécie de caixilho estreito em redor do ecrã e por estarem a ser usados como dispositivo pessoal de comunicações.
A Samsung contesta agora a atribuição da patente para este tipo de dispositivos à Apple uma vez que a lei americana é bem clara num ponto: ‘só podem ser patenteados processos ou produtos baseados em ideias novas e que não sejam ainda do domínio público’. A companhia coreana alega agora que um dispositivo, mesmo ficcionado, que aparece num filme tão popular realizado há mais de 40 anos não pode ser considerado uma ‘ideia nova’ e, como tal, ser passível de ser patenteado.

A ‘prova documental’ é um dos filmes mais conhecidos do realizador Stanley Kubrick e dá pelo nome de ‘2001 – Odisseia no Espaço’. Baseado num clássico de Arthur C. Clark, o filme mostra, a certa altura, dois astronautas à mesa a comerem enquanto usam um tablet. Já em 1968 os tablets eram caracterizados pelos seus enormes ecrãs tácteis, por serem extremamente finos, por disporem de uma espécie de caixilho estreito em redor do ecrã e por estarem a ser usados como dispositivo pessoal de comunicações.
A Samsung contesta agora a atribuição da patente para este tipo de dispositivos à Apple uma vez que a lei americana é bem clara num ponto: ‘só podem ser patenteados processos ou produtos baseados em ideias novas e que não sejam ainda do domínio público’. A companhia coreana alega agora que um dispositivo, mesmo ficcionado, que aparece num filme tão popular realizado há mais de 40 anos não pode ser considerado uma ‘ideia nova’ e, como tal, ser passível de ser patenteado.
Esta notícia já foi consultada 4688 vezes


