Os planos da HP para o WebOS eram amplos e ambiciosos. Depois de uma fase de empenho total, a companhia americana começou a aperceber-se das dificuldades que iria ter que enfrentar para impor sozinha a sua linha de equipamentos baseados na sua própria plataforma móvel.
A pouca receptividades que o HP VeeR e o HP TouchPad receberam, em muito motivada por um preço excessivo face à concorrência, levou a HP a reconsiderar a sua estratégia.
Decidida a entregar o fabrico de dispositivos WebOS a qualquer outra empresa que demonstre interesse em aproveitar o WebOS, a HP acabou por descartar alguns dos dispositivos que já se encontravam em fase avançada de desenvolvimento e a vender ‘ao preço da chuva’ as unidades do TouchPad que ainda existiam em stock.
Mas antes de tomar esta decisão ‘radical’, a HP tinha previsto a criação de uma gama de dispositivos diversificada composta por vários smartphones e tablets.

A versão mais compacta do HP TouchPad deveria ter adoptado a designação HP TouchPad Go e vinha equipada com um ecrã de 6.95 polegadas o que fazia dele um competidor do Blackberry Playbook ou do Samsung Tab original. Com apenas 13 mm de espessura e uma cobertura posterior anti-deslizante (parecida com borracha), o TouchPad Go continua a contar com o processador Qualcomm a 1.5 Ghz encontrado no ‘irmão mais velho’, co-processador gráfico Qualcomm Adreno, 16 ou 32 Gbytes de memória, 1 Gbyte de RAM, duas câmaras fotográficas (5 e 1.3 Mpixels), receptor GPS e conectividade Bluetooth e WiFi. Um módulo 3G / 4G também estava previsto como opcional.
Com a nova estratégia em curso, que inclui uma nova equipa de gestão, a HP dificilmente irá lançar este modelo no mercado não obstante o potencial interesse que continua a existir em redor da sua gama de tablets. Ao contrário do TouchPad original, que era demasiado volumoso para uma utilização confortável, o HP TouchPad Go tinha vários atributos que poderiam ajudá-lo a cnquistar o seu próprio mercado, tanto mais que não era um concorrente directo do iPad devido às suas dimensões.
A pouca receptividades que o HP VeeR e o HP TouchPad receberam, em muito motivada por um preço excessivo face à concorrência, levou a HP a reconsiderar a sua estratégia.
Decidida a entregar o fabrico de dispositivos WebOS a qualquer outra empresa que demonstre interesse em aproveitar o WebOS, a HP acabou por descartar alguns dos dispositivos que já se encontravam em fase avançada de desenvolvimento e a vender ‘ao preço da chuva’ as unidades do TouchPad que ainda existiam em stock.
Mas antes de tomar esta decisão ‘radical’, a HP tinha previsto a criação de uma gama de dispositivos diversificada composta por vários smartphones e tablets.

A versão mais compacta do HP TouchPad deveria ter adoptado a designação HP TouchPad Go e vinha equipada com um ecrã de 6.95 polegadas o que fazia dele um competidor do Blackberry Playbook ou do Samsung Tab original. Com apenas 13 mm de espessura e uma cobertura posterior anti-deslizante (parecida com borracha), o TouchPad Go continua a contar com o processador Qualcomm a 1.5 Ghz encontrado no ‘irmão mais velho’, co-processador gráfico Qualcomm Adreno, 16 ou 32 Gbytes de memória, 1 Gbyte de RAM, duas câmaras fotográficas (5 e 1.3 Mpixels), receptor GPS e conectividade Bluetooth e WiFi. Um módulo 3G / 4G também estava previsto como opcional.
Com a nova estratégia em curso, que inclui uma nova equipa de gestão, a HP dificilmente irá lançar este modelo no mercado não obstante o potencial interesse que continua a existir em redor da sua gama de tablets. Ao contrário do TouchPad original, que era demasiado volumoso para uma utilização confortável, o HP TouchPad Go tinha vários atributos que poderiam ajudá-lo a cnquistar o seu próprio mercado, tanto mais que não era um concorrente directo do iPad devido às suas dimensões.
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