Nos últimos dois anos duas companhias chinesas ascenderam da posição de ‘ilustres desconhecidas’ a um dos 10 maiores fabricantes mundiais de smartphones. Tanto a ZTE como a Huawei apostaram numa estratégia de preço ultra-baixo, e na ligação directa às operadoras móveis, para conseguirem criar uma gama de terminais Windows Mobile e Android capaz de gerar grandes volumes de vendas.
A Huawei desde cedo apostou no Android e na produção de terminais com uma relação preço/funcionalidade invejável ajustados às necessidades das operadoras móveis. Estas necessitavam de lançar um conjunto de serviços que justificasse o investimento que estava a ser feito nas redes de terceira geração mas para isso era fundamental dispor de uma boa oferta de terminais.
Embora comece a olhar para o segmento mais alto, onde o Huawei Honor terá as ‘honras’ de ser o representante da companhia chinesa, a Huawei não encara com bons olhos as restrições impostas pela Microsoft quanto ás especificações mínimas para os terminais Windows Phone 7.
No passado a empresa já tinha dado indicações que pretendia alargar a sua parceria com a Microsoft e estar presente no segmento Windows Phone mas a obrigatoriedade de se usar certos componentes, como é o caso de um processador a 1 GHz, tem-na forçado a adiar os seus planos.
O CMO da Huawei já deixou bem claro que a companhia continua a ‘considerar’ a hipótese de ser um dos parceiros da Microsoft, mas não tem planos imediatos para esse segmento.
A pressão que a Microsoft está a exercer sobre os seus parceiros para pagarem royalties por cada terminal Android vendido pode ser outra das razões para a Huawei continuar a estar afastada da plataforma móvel da companhia americana.
Porém, o lançamento do ZTE Tania em França, pela mão da operadora móvel SFR, poderá levar a Huawei a acelerar os seus planos já que não é praticável que deixe a sua maior rival tomar conta do segmento.
A Huawei desde cedo apostou no Android e na produção de terminais com uma relação preço/funcionalidade invejável ajustados às necessidades das operadoras móveis. Estas necessitavam de lançar um conjunto de serviços que justificasse o investimento que estava a ser feito nas redes de terceira geração mas para isso era fundamental dispor de uma boa oferta de terminais.
Embora comece a olhar para o segmento mais alto, onde o Huawei Honor terá as ‘honras’ de ser o representante da companhia chinesa, a Huawei não encara com bons olhos as restrições impostas pela Microsoft quanto ás especificações mínimas para os terminais Windows Phone 7.
No passado a empresa já tinha dado indicações que pretendia alargar a sua parceria com a Microsoft e estar presente no segmento Windows Phone mas a obrigatoriedade de se usar certos componentes, como é o caso de um processador a 1 GHz, tem-na forçado a adiar os seus planos.
O CMO da Huawei já deixou bem claro que a companhia continua a ‘considerar’ a hipótese de ser um dos parceiros da Microsoft, mas não tem planos imediatos para esse segmento.
A pressão que a Microsoft está a exercer sobre os seus parceiros para pagarem royalties por cada terminal Android vendido pode ser outra das razões para a Huawei continuar a estar afastada da plataforma móvel da companhia americana.
Porém, o lançamento do ZTE Tania em França, pela mão da operadora móvel SFR, poderá levar a Huawei a acelerar os seus planos já que não é praticável que deixe a sua maior rival tomar conta do segmento.
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